2 de fevereiro de 2008

Nota de Imprensa - CDU reúne com ex-trabalhadoras da BRAX

A pedido das ex-trabalhadoras da empresa Brax, a Vereadora Ilda Figueiredo deslocou-se às instalações daquela empresa, com o intuito de ouvir as reclamações devidas à falta de pagamento dos créditos que lhes são devidos.


As instalações estão já ocupadas por uma empresa que labora, aproximadamente, há já um ano e as trabalhadoras continuam sem receber, após sucessivas promessas de que o dinheiro seria entregue no passado mês de Agosto, depois Setembro, etc. Cansadas de esperar resolveram ter uma acção de contacto com a população, em que estiveram presentes cerca de uma centena de trabalhadoras, junto à fábrica onde laboraram durante muitos anos, neste Sábado, dia 2 às 10h.
A Vereadora da CDU e um eleito da Assembleia Municipal acordaram com as trabalhadoras levantar esta questão em reunião de Câmara no próximo dia 14, e caso não se vislumbre qualquer solução para estas trabalhadoras, outras acções de contacto com as populações terão lugar nos próximos tempos. Pela voz da Ilda Figueiredo foram garantidas a solidariedade e todo o apoio a esta justa luta das trabalhadoras, quer por parte da CDU quer por parte do Partido Comunista Português.

Vila Nova de Gaia, 2 de Fevereiro de 2008
CDU/Gaia
Gabinete de Imprensa


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1 de fevereiro de 2008

Nota de Imprensa - Intervenção no PE sobre a Yazaki

A Vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, fez no passado dia 30/1 uma intervenção sobre a Yazaki Saltano no Parlamento Europeu, onde é deputada pelo PCP, e que se transcreve abaixo.


Deslocalização de multinacionais


No momento em que o desemprego em Portugal atinge uma das suas mais elevadas taxas dos últimos 20 anos, atingindo sobretudo mulheres e jovens, mais uma multinacional pressiona trabalhadores para rescindirem os seus contratos de trabalho. Trata-se da Yazaki Saltano, que quer acabar com a produção de cablagens em Serzedo/Gaia. Pretende continuar a transferir a produção para outros países, designadamente da Ásia e da África, depois de já ter reduzido drasticamente o número de trabalhadores.

Registe-se que esta multinacional já empregou mais de seis mil trabalhadores nas suas fábricas de Ovar e Serzedo, tendo para isso recebido milhões de euros de apoios comunitários, mas agora esse emprego está reduzido a menos de um terço.

Assim, mais uma vez insistimos na necessidade de tomar medidas eficazes para evitar estas deslocalizações da produção, e não apenas meros paliativos, como acontece agora com o fundo de globalização para os trabalhadores vítimas de deslocalização de multinacionais, designadamente do sector automóvel e suas componentes, de que são exemplos a Opel Portugal, a Johnson Controls e a Alkoa Fujikura, que já encerraram.


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Taxa de Acessos - Recomendação do Provedor de Justiça disponível online

A Recomendação do Provedor de Justiça relativa à Taxa de Acessos está já disponível no site da Provedoria - www.provedor-jus.pt. Pode consultá-la a partir daqui.

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Agenda - CDU/Gaia contacta com ex-trabalhadores da Brax e com moradores de Santa Marinha - 2.2.2008, 10h

Os ex-trabalhadores da BRAX, passados vários anos, ainda não receberam as indemnizações a que têm direito.

Amanhã, sábado, 2 de Fevereiro, pelas 10h, junto às instalações da BRAX (ver localização abaixo) a Vereadora Ilda Figueiredo, e outros eleitos e activistas da CDU, contactará com esses trabalhadores.

Pelas 11:30h, a delegação da CDU deslocar-se-á à zona da Quinta dos Castelos, Sta Marinha (ver localização abaixo), onde prosseguirá os contactos com os moradores e os seus problemas.


Locais:
Brax - R. do Terreirinho - Serzedo - (ver aqui)

Quinta dos Castelos
- Rua das Lavouras, Sta Marinha - (ver aqui)

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31 de janeiro de 2008

Assim não! - Texto de JS

Já houvera um sinal premonitório na última reunião da Assembleia Municipal, quando uma moradora da Escarpa da Serra do Pilar, no período do público, quis ser esclarecida sobre uma afirmação de um funcionário municipal que a visitou para lhe dizer que a sua casa estava em risco.

O vereador que representava o Presidente da Câmara deu uma resposta vaga, e algo seráfica, que a ninguém, em rigor, esclareceu nem tranquilizou.
Aconteceu depois o que se sabe: uma operação-surpresa, com aparato policial, ao estilo ASAE, para intimar e intimidar os moradores, dando-lhes um curto prazo para reclamar mas já com sentença lavrada – o abandono das suas casas e transferência para outros locais do concelho.
Ora isto não se faz. Os moradores são pessoas, são seres humanos, não são coisas que se mudem de lugar num instante e não se sabe bem para onde. Têm interesses próprios, direitos adquiridos, e têm gratas memórias e afectos que, para muitos, é o sustento de uma vida, não podem nunca ser tratados como simples objectos.
Se as casas estão em risco já o estão há muito. Mas a Câmara diz agora que é preciso desalojar os moradores com urgência e renaturalizar aquele espaço. Mesmo admitindo o bom fundamento de tal decisão, havia alguns passos a dar antes da acção relâmpago que ordenou: esclarecer os moradores e promover um processo de diálogo.
Os responsáveis da gestão camarária fazem largo uso de um estudo do LNEC, para o qual têm procurado obter a maior expressão mediática. Mas por que não disponibilizam a sua leitura integral?
Há outros elementos de análise que é necessário conhecer, para um juízo completo sobre esta questão. Que projectos imobiliários estão previstos para a zona envolvente? Porque é que foi presente à Câmara a criação de unidades de intervenção em áreas próximas, com dispensa de planos de pormenor?
Permanecem e avolumam-se as dúvidas, as perguntas, as preocupações, em assunto tão relevante que envolve o interesse público e o viver de muitas famílias.
Mas a maioria camarária preferiu a linguagem da força à da razão.
Para utilizar uma expressão muito em voga neste ano 3º da era Sócrates, faz-se forte com os fracos e parece fraca com os fortes.
Jorge Sarabando
Deputado Municipal da CDU

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Agenda - Visita a área arborizada em Vilar do Paraíso - 1.2.2008 - 17h

Localiza-se em Vilar do Paraíso uma zona arborizada que tem sido objecto de diversos apetites imobiliários.

Na sequência de contactos de diversos moradores alertando para uma acção, de contornos duvidosos, de corte de árvores nessa zona, uma delegação da CDU integrando a Vereadora Ilda Figueiredo, e outros eleitos e activistas da CDU, visita amanhã, 6ª feira, 1.Fevereiro.2008, a área em questão (Avenida Vilar de Dona Ema, freguesia de Vilar do Paraíso - ver aqui).

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28 de janeiro de 2008

Contra a taxa de acessos - texto de IF para o CG

O que vai fazer a maioria PSD/CDS depois do Provedor de Justiça dar razão aos munícipes que reclamaram contra tão absurda taxa?
Como a CDU sempre afirmou, só há uma solução – acabar com tal taxa, que é uma dupla tributação. Os munícipes que têm casa, já pagam o IMI – imposto municipal sobre imóveis. Os que têm carro já pagam o imposto municipal de circulação automóvel.
Assim, como afirma o Provedor de Justiça no documento que enviou ao Presidente da Câmara e de que deu conhecimento aos munícipes que reclamaram, é a própria constitucionalidade de tal taxa, que mais parece um imposto, que também está em causa. Sabe-se que as autarquias não podem decretar impostos. Está interdito às autarquias cobrar um imposto que a Assembleia da República não tenha aprovado previamente.
É que uma taxa ou tarifa pressupõe que haja um serviço prestado ou um desgaste de um bem público. Por isso, causa estranheza ao Provedor de Justiça a ideia subjacente à concepção da referida taxa, afirmando: “a ideia subjacente à tributação que envolve a taxa de acesso é quase semelhante à que poderia justificar uma hipotética tributação do desgaste dos passeios pelos peões ou, permitindo-me utilizar uma imagem mais extremada, uma hipotética tributação das pessoas pelo simples facto de saírem à rua e a utilizarem”.
Por tudo isso, o Provedor de Justiça recomenda a suspensão da referida taxa de acesso e a sua reformulação para, designadamente, afastar situações relativas a edifícios destinados a habitação, sobretudo quando não houve desgaste de passeios por não haver passeio, como é a maioria dos casos em Gaia, ou por a sua conservação ser feita pelos munícipes.
Pela minha parte, acrescento que a suspensão deve ser imediata, e devem ser devolvidas as verbas indevidamente cobradas aos munícipes.
Ilda Figueiredo
Vereadora da CDU na CMG

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25 de janeiro de 2008

Sobre questões relevantes de política autárquica - 25.1.2008

São quatro as questões que hoje gostaríamos de abordar:
1ª – Parecer do Provedor de Justiça sobre a taxa de acessos – finalmente os munícipes que reclamaram e a CDU, que sempre se opôs a esta taxa, por considerar que é injusta e uma dupla tributação, obtiveram uma importante vitória com a decisão do Provedor de Justiça.
No documento enviado ao Presidente da Câmara - que este procurou esconder e não agendou para a reunião da próxima segunda-feira, ao contrário do que foi solicitado pela vereadora da CDU, procurando ignorar o seu conteúdo -, o Provedor de Justiça recomenda a suspensão da cobrança da taxa de acesso e toma posição clara relativamente à tributação que envolve esta taxa, referindo, designadamente, que "a ideia subjacente à tributação que envolve a taxa de acesso é quase semelhante à que poderia justificar uma hipotética tributação do desgaste dos passeios pelos peões ou, permitindo-me utilizar uma imagem mais extremada, uma hipotética tributação das pessoas pelo simples facto de saírem à rua e a utilizarem".
2ª - Intervenção inadmissível na Escarpa da Serra do Pilar – sem qualquer deliberação prévia do executivo municipal, o Presidente da Câmara, ou seu substituto, decidiu fazer um ultimato a cerca de 60 famílias que vivem naquela zona, algumas há mais de 50 anos, obrigando-as a abandonar tudo no prazo de 15 dias. É uma atitude prepotente, que não respeita as pessoas, que abusa dos poderes que tem, que nem sequer tem em conta compromissos anteriores no próprio executivo municipal. É uma atitude que não tem em conta a decisão de retomar uma recomendação antiga de prosseguir os estudos, visando a legalização da maioria das construções situadas em zonas onde não há problemas graves de segurança, numa reunião pública que se seguiu a uma visita da CDU ao local.
Sabemos que há interesses imobiliários para a zona e está agendada para a próxima reunião extraordinária do executivo municipal a "definição de unidades de intervenção a desenvolver pela empresa municipal CIDADEGAIA, Sociedade de Reabilitação Urbana, com dispensa de elaboração de planos de pormenor" que inclui três unidades de intervenção relacionadas com a Calçada da Serra e outras para a parte restante do centro histórico. Mas nenhuma para a Escarpa da Serra.
De qualquer modo, não é correcto que se criem as tais unidades de intervenção e estas se iniciem na zona do centro histórico sem qualquer plano de pormenor e, portanto, sem qualquer debate público e sem a participação das populações. E não é admissível que o início de tais intervenções seja acompanhado da expulsão de moradores da Escarpa da Serra, sem qualquer estudo prévio e sem qualquer deliberação do executivo municipal.
Tudo isto também acontece no mesmo momento em que vai ao executivo um Protocolo, que pretende conceder isenções fiscais a uma empresa imobiliária, que vai construir um hotel de cinco estrelas no centro histórico de Gaia.
Entretanto, continua adiado o início da construção da urbanização municipal. Ou seja, a maioria PSD/CDS quer, previamente, expulsar os moradores da zona histórica e da Escarpa da Serra, para garantir a especulação imobiliária e a criação de urbanizações para quem tiver dinheiro para as pagar. O que é inadmissível.
3ª - Contrato com a CGD para lhe adjudicar a cessão dos créditos da EDP ao município de Gaia – os créditos dos próximos 15 anos, equivalentes a 50% do montante da renda anual, no valor nominal indicativo de 46, 7 milhões de euros são cedidos à CGD em troca de 31, 5 milhões de euros, recebidos de imediato, com encargos financeiros que o município irá suportar.
E, assim, na sequência do anterior contrato com uma imobiliária também ligada à CGD, em que a CMG recebe cerca de 40 milhões de euros pela eventual venda de mais de 22 edifícios e terrenos municipais, o que se pode concluir é que a herança do Presidente Luís Filipe Menezes vai ser muito pesada para o município de Vila Nova de Gaia.
4ª – Novas taxas – entretanto, apesar da Assembleia da República ter acabado com a taxa de aluguer dos contadores da água e saneamento, em Vila Nova de Gaia estas taxas continuam – agora baptizadas de taxa de disponibilidade - e até sofreram aumentos superiores à taxa de inflação, enquanto decorre um pseudo debate público sobre a criação de uma nova taxa de protecção civil.
O que podemos concluir é que os cidadãos portugueses podem verificar que não há diferenças entre a actuação da maioria do PS no Governo e a maioria do PSD/CDS no executivo de Vila Nova de Gaia. A multiplicação das empresas municipais para criar lugares para os amigos e o despesismo que tal implica são pagos pelos munícipes gaienses, seja através de mais impostos e tarifas elevadas, seja pela expulsão dos moradores dos locais mais bonitos que são cobiçados pela especulação imobiliária e pelos condóminos de luxo que ali querem construir.
A CDU vai continuar a lutar contra estas políticas e a apresentar alternativas que garantam condições de vida dignas para toda a população e a sua participação democrática.

Presentes os eleitos municipais:
Ilda Figueiredo, Jorge Sarabando e Ana Valente

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24 de janeiro de 2008

Agenda: Conferência de Imprensa sobre questões de política autárquica - 25.1.2008, 11h

Realiza-se amanhã, dia 25, sexta-feira, pelas 11h00, no Centro de Trabalho do PCP (Av. da República, 664), uma Conferência de Imprensa sobre questões relevantes de política autárquica, em que participarão a Vereadora Ilda Figueiredo e outros eleitos da CDU.

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Nota de Imprensa - Taxa de Acessos: CDU tinha razão - Provedor de Justiça recomenda à Câmara a sua suspensão- 24.1.2008

Como é sabido, a CDU sempre se opôs à criação da chamada “Taxa de Acessos”, que impõe aos moradores de Gaia o pagamento de uma verba unicamente pelo facto de existir um acesso que eventualmente pudesse ser utilizado por veículos.
Milhares de munícipes pronunciaram-se pela alteração ou revogação desta taxa, em diversos abaixo-assinados entregues nos órgãos municipais.
Contudo, sempre a maioria PSD/CDS fez orelhas moucas aos argumentos apresentados, insistindo na sua manutenção.
Veio agora o Provedor de Justiça, na sequência de queixas de vários munícipes, e através da Recomendação 1/B/2008:
1- recomendar a imediata suspensão desta taxa e sua reanálise;
2- recomendar que qualquer reformulação afaste de tributação as situações de acesso de veículos a edifícios de habitação.
Esta Recomendação vem reforçar os argumentos desde sempre utilizados pela CDU contra esta Taxa imposta pela maioria PSD/CDS.
Assim, a Vereadora da CDU na Câmara Municipal de Gaia, Ilda Figueiredo, apresentou já um pedido de agendamento urgente desta matéria.
A CDU reclama publicamente que a Taxa de Acessos seja imediatamente suspensa e que sejam reparadas as injustiças cometidas.

Vila Nova de Gaia, 24 de Janeiro de 2008
CDU/Gaia
Gabinete de Imprensa

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