7 de março de 2011

NI - PCP/Gaia - PCP Visita Centro Hospitalar de Gaia/Espinho - 07.03.2011

Uma delegação do PCP no qual se incluiu Honório Novo, deputado na Assembleia da República reuniu hoje com membros da Administração e visitou as instalações desta unidade Hospitalar.

Do encontro e visita torna-se claro que a actual situação deste Hospital é incomportável, para quem recorre aos serviços e para quem tem de trabalhar em condições altamente precárias.

Ao longo dos anos, num processo que continua, vão sendo investidos milhões em obras de remendo e circunstância, sem que o problema estrutural seja resolvido: este Hospital não serve, é uma adaptação desde a sua origem, não tem perfil nem instalações para as funções nem para o volume populacional que serve.

A solução passa pela construção imediata do novo Hospital. Todos os estudos e questões técnicas estão resolvidas, falta a vontade política para financiar e avançar com este investimento.

PS e PSD, são os responsáveis pelo atraso deste processo, negociaram o Orçamento de Estado restritivo e remeteram a construção  deste Hospital para uma comissão de avaliação dos investimentos em parceria público-privada.

Agora, vão esgrimindo argumentos e empurrando as culpas de uma decisão que é responsabilidade dos dois.

A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP defende a imediata construção do novo Hospital de Vila Nova de Gaia com fundos públicos,  e relembra o desastre que tem sido as parecerias público-privadas na saúde.

Recorde-se que, o grupo parlamentar do PCP propôs em Orçamento de Estado a dotação de verbas para a construção deste Hospital, tal proposta foi chumbada por PS e PSD.

No plano local, fica ainda a dúvida se este atraso não se deverá à cedência do poder político aos interesses privados da saúde, com o aparecimento de unidades e alargamento de serviços noutras que fazem da saúde um negócio à custa dos dinheiros e financiamentos públicos.

Vila Nova de Gaia, 7 de Março de 2011

a Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia

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NI - PCP/Gaia - O PCP intervém em Gaia - 07.03.2011

Em estreita ligação entre as estruturas locais e os deputados na Assembleia da República, o PCP continua a intervir a nível local para resolver os problemas dos trabalhadores e das populações locais. Como sempre o foi, o Partido Comunista Português não é igual aos demais partidos da Assembleia da República, pois os seus deputados conhecem e intervêm no distrito que os elegeu. Assim enviamos em anexo duas perguntas ao governo sobre problemas concretos de Vila Nova de Gaia.

1 - Grupo Parlamentar do PCP questiona Ministério do Trabalho e Solidariedade Social sobre discriminações a trabalhadores na empresa Barbosa e Almeida.

Texto:

Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República

De acordo com informações que chegaram ao Grupo Parlamentar do PCP, a empresa Barbosa e Almeida (B.A) emprega 80 trabalhadores temporários, sendo que 50 são contratados pela empresa Randstad e 30 pela empresa Regivir.
Tendo em conta que dentro das instalações fabris do Grupo da empresa B.A Vidro, SA, em Avintes, Vila Nova de Gaia, trabalham cerca de 280 trabalhadores e mais 15 afectos à empresa mãe B.A Glass I - Serviços de gestão e investimentos, SA, podemos concluir que cerca de 27% dos trabalhadores são temporários.
Contudo, estes trabalhadores que executam o seu trabalho nas linhas de produção e que exercem o seu trabalho nas mesmas categorias profissionais que os do quadro de pessoal da BA., ocupam postos de trabalho permanentes.
A única diferença entre estes trabalhadores temporários e os que tem um contrato de trabalho efectivo é que os temporários ganham substancialmente menos que os restantes trabalhadores, chegando as diferenças salariais a atingir os 200 euros mensais.
Além disso, os 15 trabalhadores afectos à empresa mãe BA Glass I - Serviços de gestão e investimentos, SA. que estão numa secção de produção dentro destas instalações fabris, não se encontram abrangidos pelo acordo salarial, ou seja, pertencendo ao mesmo grupo, não têm direito ao prémio variável que os demais trabalhadores têm.

Além da existência de discriminação salarial atrás descrita, estes 15 trabalhadores são também discriminados no valor que recebem a título de subsídio de alimentação, uma vez que há diferentes valores atribuídos dentro da empresa e são obrigados a utilizar umas cabines plásticas como casas de banho. Tendo em conta que existem instalações sanitárias mais condignas dentro da empresa, não se percebe por que razão estes trabalhadores não podem usar essas instalações.
Por outro lado, sendo esta uma profissão em que o pó e sujidade se acumulam no exercício das funções, ao longo do dia de trabalho, esta empresa tem chuveiros à disposição dos trabalhadores, mas não para todos. A verdade é que as chefias (que pertencem à BA Vidro) não permitem o acesso dos trabalhadores da empresa mãe a estes chuveiros.
Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e nos termos e para os efeitos do 229º do Regimento da Assembleia da República, pergunto ao Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social o seguinte:

1.º Conhece este Ministério estas ilegalidades que se estão a cometer nas instalações da BA, Vidro SA, em Avintes?

2.º Que medidas vai este Ministério tomar, nomeadamente inspectivas, para pôr termo a este abuso no uso de trabalhadores temporários? Que medidas vai este Ministério tomar para repor a legalidade e consequentemente integrar estes trabalhadores temporários nos quadros de pessoal da empresa?

3.º Que medidas vai este Ministério tomar para assegurar os mesmos direitos para todos os trabalhadores que laboram nesta unidade fabril, em Avintes? “

2 - PCP questiona Governo sobre o encerramento da Farmácia de Sandim

Texto:

Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República

A única farmácia na freguesia de Sandim, concelho de Vila Nova de Gaia, encerrou, deixando aquela população sem alternativas.
Esta freguesia, que tem 15,97 km² de área e 6 326 habitantes, segundo os censos de 2001, ficou assim privada de um serviço importante para a população.
Importa referir que esta farmácia - Farmácia Santa Isabel - estava localizada junto à extensão de saúde de Sandim e era fundamental para uma população idosa que, além de sérias dificuldades económicas, é parcamente servida de transportes públicos.
Ao que foi possível apurar, o que motivou a deslocalização desta farmácia foram critérios meramente económicos - legítimos por parte dos proprietários, mas questionáveis por parte de quem pode ou não autorizar este processo.
A verdade, é que esta farmácia reabriu num centro comercial a mais de 20km de Sandim.
Assim a farmácia mais perto de Sandim fica em Seixo Alvo no Olival, a cerca de 5Km do local onde se encontrava a Farmácia Santa Isabel.
Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e nos termos e para os efeitos do 229º do Regimento da Assembleia da República, pergunto ao Ministério da Saúde o seguinte:
1.º Que critérios estiveram presentes para permitir a deslocalização desta farmácia?
2.º Teve este Ministério em consideração os impactos que o encerramento desta farmácia iria ter sobre as populações?
2.º Que passos estão a ser dados para que reabra uma farmácia em Sandim?

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2 de março de 2011

NI do PCP/Gaia – Governo deve reabrir Finanças dos Carvalhos

1 - Nos próximos dias, o Diário da Assembleia da República vai oficialmente publicar a Resolução apresentada pelo PCP em 2 Fevereiro e aprovada no dia 18 por todos os deputados, à excepção dos eleitos do PS, incluindo o deputado João Paulo Correia que em Gaia andou meses a tentar “fazer de conta” que defendia a manutenção da Repartição de Finanças dos Carvalhos.

HPIM1569

O texto da resolução aprovada recomenda ao Governo:

1. A suspensão da eficácia da Portaria do Ministério das Finanças n.º53/2011, de 28 de  Janeiro, e do Despacho n.º 1812/2011, do Director-Geral dos Impostos, procedendo à reabertura da 3.ª Repartição de Finanças dos Carvalhos, encerrada no dia 14 de Fevereiro;

2. A manutenção em funcionamento da 3.ª Repartição de Finanças de Gaia, situada nos Carvalhos, conservando o serviço de proximidade relativamente ao mesmo universo de freguesias e de contribuintes abrangido até 14 de Fevereiro;

3. Que o Governo proceda com a máxima urgência a obras de adaptação e de modernização no edifício ou que, verificada a impossibilidade da sua execução, encontre uma localização alternativa situada na mesma área geográfica das actuais instalações.

4. Que, sem prejuízo da manutenção dos postos de trabalho hoje existentes na Direcção-Geral de Impostos em Gaia, da qualidade do serviço público prestado e da contenção da despesa pública, o Governo proceda à reestruturação orgânica e funcional dos serviços de finanças no Concelho”.

Com esta resolução aprovada, o Governo deve cumpri-la. Não é aceitável que num Estado de Direito, um Governo possa vir a desrespeitar uma posição tão claramente expressa como a que foi adoptada pelo Parlamento em 18 de Fevereiro passado.

2 - Só depois de aprovada esta resolução, é que o PS, num acto de desespero para tentar lavar a face do deputado João Paulo Correia, apresenta um outro projecto de resolução, debatido no dia 23 de Fevereiro e depois rejeitado por votação esmagadora em 25 de Fevereiro.

Em nenhum momento, no texto deste projecto do PS se reclama do Governo a manutenção da Repartição de Finanças dos Carvalhos. Pelo contrário: o PS, de forma totalmente passiva e subserviente, aceita o facto consumado do encerramento da Repartição de Finanças e atira para cima do Poder Local a responsabilidade única de encontrar uma solução alternativa.

3 - O CDS-PP e o Bloco de Esquerda, que não tinham tomado qualquer iniciativa para levar a questão ao Parlamento e aí tentar impor a manutenção da Repartição de Finanças dos Carvalhos, (mas tinham votado a favor da resolução do PCP), aproveitaram a boleia do projecto de resolução tão tardiamente apresentado pelo PS e quiseram também “marcar o ponto”, através de projectos com as mesmas recomendações da resolução do PCP, já antes aprovada. Por isto mesmo, estas duas resoluções do CDS e do BE foram também aprovadas em 25 de Fevereiro, de novo com os votos contra do PS.

4 - Por sua vez, um projecto de resolução do PSD, debatido com os projectos do PS, do CDS-PP e do BE em 23 de Fevereiro, foi apenas parcialmente aprovado.

Para além de duas ideias em tudo idênticas ao que já constava da resolução do PCP aprovada em 17 de Fevereiro, o projecto do PSD recomendava, de forma discricionária, o encerramento da 1.ª Repartição de Gaia como moeda de troca para a manutenção da 3ª Repartição dos Carvalhos, colocando em risco mais postos de trabalho nas Finanças em Gaia e não curando da qualidade dos serviços prestados aos cidadãos. Por isso, foi rejeitado com os votos do PS e do PCP, os votos favoráveis do CDS e do PSD e a abstenção do BE.

5 - O PCP considera que a 3ª Repartição de Finanças da Gaia constitui mais um exemplo do embuste e da duplicidade de comportamento de deputados do PS.

Enquanto eleitos locais, tentam enganar as populações, fazendo crer que defendem a manutenção de serviços públicos de proximidade, fazendo constar que falam com o Governo e que o problema se vai resolver. Mas depois nada fazem quando o “seu” Governo concretiza a ameaça e encerra a Repartição de Finanças dos Carvalhos. Por outro lado, enquanto eleitos na AR votam contra tudo o que possa obrigar o Governo a rever processos e voltar a abrir as Finanças dos Carvalhos. Confrontados com a iniciativa do PCP, apresentam falsas alternativas e procuram mais uma vez confundir a população, como é o caso do seu projecto de resolução que visava apenas dar cobertura ao encerramento da Repartição dos Carvalhos.

Presentes na CI: Honório Novo (Deputado na Assembleia da República) João Pires (membro do Comité Central e responsável político da Comissão Concelhia)

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24 de fevereiro de 2011

NI do PCP/Gaia: PCP exige a reposição de verbas pela Câmara Municipal de Gaia para o regular funcionamento do CCD

O PCP vai pedir a retificação das verbas transferidas para o Centro de Cultura e Desporto dos trabalhadores de Vila Nova de Gaia (CCD), dado que as mesmas sofreram um corte substancial, em 2010, que colocou dificuldades ao regular funcionamento do mesmo.

Lembramos que ao tomar conhecimento do relatório de auditoria do Tribunal de Contas, que não é vinculativo, o Executivo camarário tratou de cortar, nas transferências correntes, verbas para este importante apoio social. As mesmas tiveram reflexo em 2010 e terão em 2011.

Torna-se importante retificar o protocolo, de maneira a repor as verbas cortadas no ano anterior e reatar a normalidade para este ano em curso. O Decreto-Lei 13/2011 de 25 de Janeiro – Regulamentação das transferências para a concessão de benefícios sociais no âmbito das autarquias locais -  permite o restabelecimento de um direito, desde sempre consagrado, que o Executivo camarário resolveu, por mero interesse económico, tratar de cortar nas despesas essenciais ao município, em detrimento de cortes em despesas, por exemplo, de publicidade.

A determinação do PCP, que apresentou uma retificação ao Orçamento de Estado de 2010 e aprovou este Decreto-Lei, o trabalho desenvolvido pelo STAL (Sindicato) e a luta dos trabalhadores do CCD resultou nesta importante vitória que reflete claramente o nosso compromisso: nunca baixar os braços!

Sempre o dissemos: O PCP afirma outra política para o Concelho e outras opções financeiras para a gestão da Câmara. 

A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia

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18 de fevereiro de 2011

NI do PCP/Gaia - PCP recebe notificação da Câmara Municipal sobre questões de propaganda – 18.2.2011

A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia reage com estranheza à notificação assinada pela Vereadora Mercês Ferreira sobre a propaganda do PCP.

Segundo a Vereadora, o PCP colocou cartazes em fachadas de vários prédios, o que contraria o Regulamento Municipal de Propaganda (Art.º30, nº2).

A missiva em questão ameaça ainda com uma coima e manifesta a intenção de remover a referida propaganda no prazo de dez dias.

A ironia desta situação é que a propaganda foi já retirada pelos Serviços Municipais, há mais de quinze dias, facto que consideramos grave e ilegal.

Não tendo sido colocado qualquer cartaz em fachadas de qualquer edifício, a Câmara Municipal mente nesta acusação. A propaganda da Campanha Nacional “Portugal a Produzir” foi sim colocada em estruturas do PCP (próprias para o efeito) e em muros, pontões, locais de acesso a auto-estradas, superfícies estas que não são abrangidas por qualquer proibição.

A Vereadora Mercês Ferreira desconhece, ou pelo menos assim parece, as leis deste País.

Não sabe, ou não percebe, que o Regulamento Municipal não está acima da Constituição da República (Artº. 37), nem dos Pareceres do Tribunal Constitucional relativos à Lei da Propaganda, de 26 de Dezembro de 1995. Pareceres que salvaguardam a legalidade da afixação de material de propaganda política nos locais referenciados - e em muitos outros que o PCP opta por não utilizar.

No entender da Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP este é mais um episódio infeliz nesta novela que a Câmara Municipal de Gaia protagoniza.

A actividade do PCP, as suas denúncias e propostas, incomodam PS, PSD e CDS, incomodam os executores desta política de desastre, incomodam este Executivo Camarário.

Mas o que o Executivo da Câmara Municipal de Gaia não pode fazer, mesmo pretendendo, é colocar-se acima da lei e da democracia; mesmo querendo,  não pode nem calará o PCP.

Brevemente, aproximando-se a data comemorativa dos 90 anos do PCP, esta será fortemente assinalada nas estruturas, nos muros, nos pontões, locais onde voltará a estar propaganda do PCP.

O PCP não abdica do seu direito de intervenção e afirmação políticas, e está consciente do seu dever de informar os trabalhadores e o Povo das suas propostas.

Vila Nova de Gaia, 18 de Fevereiro de 2011

a Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia

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NI do PCP/Gaia - Aprovado o projecto de resolução sobre as finanças dos Carvalhos mas... - 18.2.2011

Foi aprovado, hoje, na Assembleia da República, o projecto do PCP que recomenda ao Governo a reabertura das Repartição de Finanças dos Carvalhos.

Esta recomendação foi aprovada com os votos contra do PS.

A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP denuncia  o comportamento dúbio do PS em toda esta questão. PS que, em Gaia, na Assembleia Municipal, vota a favor de uma moção com os conteúdos da recomendação que o PCP apresentou na Assembleia da República e em Lisboa vota contra o projecto de recomendação do PCP.

Caricata é a posição de João Paulo Correia, líder da bancada municipal do PS e Deputado na Assembleia da República.

Aqui, votou a favor da moção do PCP, mais, fez discursos inflamados na defesa da manutenção das finanças dos Carvalhos, e na Assembleia da República vota contra o projecto do PCP.

O projecto de resolução do PCP não é vinculativo, o PCP apela à mobilização da população das Freguesias afectadas para que façam ouvir a sua voz e exijam do Governo a aplicação da vontade maioritária no Parlamento sobre esta questão. Vontade esta que reflecte o generalizado sentimento da população servida pela repartição de finanças dos Carvalhos.

Vila Nova de Gaia, 18 de Fevereiro de 2011

Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia

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16 de fevereiro de 2011

NI - Deliberação da ERC critica Câmara de Gaia – 16.2.2011

Em Setembro de 2010, a CDU apresentou uma nova queixa à ERC (Entidade Reguladora para a Comunicação Social) sobre a falta de pluralismo na informação municipal e pela forma inaceitável como tratou a colaboração escrita que solicitara.

A ERC registou as explicações da Câmara e tomou a seguinte deliberação (1/PLU-I/2011):

“Considerar que os princípios consagrados na Directiva 1/2008, com especial ênfase no que respeita à defesa do princípio do pluralismo, consignada no seu ponto 8, e à obrigação de veicular a expressão das diferentes forças e sensibilidades políticas que integram os órgãos autárquicos, e quanto à inserção de artigos de opinião e à participação dos munícipes, das associações e de outros instituições locais, não se encontram a ser observadas no boletim ‘Gaia – Informação Municipal’.”

Recorde-se que a mencionada Directiva 1/2008 se refere às publicações municipais, e dela se cita o respectivo ponto 8:

"8. Tratando-se de publicações de titularidade pública e sujeitas ao respeito pelo princípio do pluralismo, encontram-se obrigadas a veicular a expressão das diferentes forças e sensibilidades políticas que integram os órgãos autárquicos."

Em 2009, a ERC, através da sua deliberação 1/PLU-I/2009, já havia instado a Câmara:

  1. A observar o estabelecido na Directiva 1/2008 no que respeita à observância do princípio do pluralismo, nomeadamente ao nível dos conteúdos noticiosos publicados no boletim Gaia Informação Municipal; observação que se estende também aos conteúdos noticiosos disponibilizados no site institucional da Câmara Municipal e no portal Gaia Global;
  2. A abster-se, relativamente aos espaços dedicados à livre expressão da opinião das diversas sensibilidades político-partidárias que integram o executivo municipal, de práticas editoriais que possam comprometer a prossecução do pluralismo e a liberdade dessa expressão.

A CDU, mantendo que o texto sobre as portagens nas SCUTs foi alvo de manipulação na revista municipal, sublinha o significado da deliberação da ERC, pois confirma a crítica e o protesto da CDU sobre a falta de pluralismo informativo e a utilização de meios institucionais para fins de propaganda.

16.Fevereiro.2011

CDU/Gaia - Gabinete de Imprensa

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4 de fevereiro de 2011

NI PCP/Gaia - Centro de Saúde de Avintes - 04.02.2011

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou hoje na Assembleia da República um Requerimento onde solicita ao Governo respostas quanto à actual situação do Centro de Saúde de Avintes.
Servindo uma população de cerca de 12500 utentes, esta unidade de saúde tem cerca de 4000 utentes sem médico de família.
Há cerca de dois meses, dois dos 7 médicos que exerciam actividade nesta unidade deixaram de o fazer sem que fossem substituídos.
Esta é uma situação que preocupa a população e que revela bem as consequências dos ataques à saúde pública realizados por este Governo, com a muleta do PSD.

É o seguinte o texto do Requerimento apresentado:

“Assunto: Extensão de Saúde de Avintes (Vila Nova de Gaia)

Destinatário: Ministério da Saúde

Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República

A extensão de saúde de Avintes (Vila Nova de Gaia) serve um universo de utentes que ronda os 12500. Destes, cerca de 8000 têm atribuído médico de família, ficando 4500 fora do universo de cobertura.

Até há cerca de dois meses, trabalhavam nesta extensão de saúde 7 médicos. Recentemente dois dos médicos deixaram de exercer nesta extensão de saúde, não tendo sido substituídos nem havendo até agora perspectivas para a sua substituição.

Assim, ao abrigo da alínea d) do artigo 156º da Constituição e nos termos e para os efeitos do artigo 229º do Regimento da Assembleia da República, pergunto, com carácter de urgência ao Ministério da Saúde o seguinte:

  • Conhece o Ministério esta situação?
  • Que passos estão a ser dados para a substituição dos médicos que recentemente deixaram de estar ao serviço da extensão de saúde de Avintes?
  • Para além destes dois, está este Ministério a considerar o reforço do pessoal médico com vista à total cobertura da população por médicos de família?

Palácio de São Bento, 4 de Fevereiro de 2011”

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3 de fevereiro de 2011

CI da DORP do PCP – Alteração do Regime da Renda Apoiada – 3.2.2011

Realizou-se, hoje, uma Conferência de Imprensa no Centro de Trabalho do PCP, na Avenida da Boavista, Porto, que contou com a presença de Jorge Sarabando (eleito da CDU na Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia), Rui Sá (vereador na Câmara Municipal do Porto), Pimenta Dias (eleito na Assembleia Municipal de Gondomar) e Paulo Tavares, membro da Comissão Concelhia de Matosinhos do PCP.

Nestes 4 concelhos (Porto, Gaia, Gondomar e Matosinhos) existem mais de 20 mil fogos de habitação social.

Rui Sá fez a apresentação pública do Projecto de Resolução do PCP que amanhã será sujeito a votação na Assembleia da República e que defende o seguinte conjunto de alterações ao actual Regime da Renda Apoiada:

  • Estabelecer para cálculo do esforço para pagamento de renda apoiada o valor líquido dos rendimentos auferidos e não o valor ilíquido como agora se dispõe;
  • Considerar para efeitos de cálculo dos rendimentos do agregado, com vista à aplicação da taxa de esforço, apenas os rendimentos dos elementos do agregado com idade igual ou superior a 25 anos;
  • Retirar do cálculo de rendimentos todos os prémios e subsídios de carácter não permanente, tais como horas extraordinárias, subsídio de turno, entre outros;
  • Considerar para efeitos de cálculo do rendimento do agregado apenas um valor parcial das pensões de reforma, aposentação, velhice, invalidez e sobrevivência, sempre que estas não atinjam o valor correspondente a dois salários mínimos nacionais;
  • Limitar o esforço com o valor da renda a pagar a 15% do rendimento do agregado sempre que este não exceda o valor correspondente a dois salários mínimos nacionais.

Jorge Sarabando referiu ainda o caso concreto dos moradores da Urbanização D. Manuel Martins, em Gaia, que no ano passado foram notificados pela Câmara Municipal de aumentos exorbitantes no valor das rendas (que em alguns casos chegaram a ultrapassar os 1000%), com base em critérios desconhecidos, e que a Câmara Municipal ainda não revelou apesar de tal ter sido solicitado em requerimento datado de Agosto de 2010.

As alterações propostas pelo Projecto de Resolução do PCP visam evitar situações como esta, melhorando e uniformizando os critérios sociais de cálculo da renda que, tal como estão, conduzem, sobretudo para famílias de mais baixos rendimentos, a um esforço desmesurado e a situações de injustiça.

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1 de fevereiro de 2011

NI PCP/Gaia – Resolução contra o encerramento das Finanças dos Carvalhos – 1.2.2011

Realizou-se, hoje, uma Conferência de Imprensa no Centro de Trabalho do PCP, em Vila Nova de Gaia. Contou com a presença de Honório Novo - deputado do PCP na Assembleia da República, João Pires - responsável Concelhio do PCP e Paula Batista - eleita na Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia.

ci

O Grupo Parlamentar do PCP  apresentará na Assembleia da República, no decorrer desta semana,  um Projeto de Resolução (ver aqui) que recomenda ao Governo a manutenção da 3ª Repartição de Finanças de Vila Nova de Gaia (Finanças dos Carvalhos).

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