15 de abril de 2016

NI - AM saúda 42 anos de Abril e 40 de CRP - 15.4.2016

ASSEMBLEIA SAÚDA O 42º ANIVERSÁRIO DA REVOLUÇÃO DE ABRIL

E O 40º ANIVERSÁRIO DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA

 

A Assembleia Municipal aprovou, por proposta da CDU, uma Saudação ao 42º aniversário da Revolução de Abril e ao 40º aniversário da Constituição da República, que se remete em anexo.

Não tiveram o mesmo resultado outras propostas da CDU, nomeadamente relativas à privatização da TAP e os problemas do financiamento das Autarquias Locais, apesar da sua pertinência e oportunidade, pelo que igualmente se anexam.

Por outro lado, a CDU retirou uma proposta relativa à reposição de Freguesias forçadas à extinção pelo Governo PSD/CDS, atendendo ao anúncio, por parte do Presidente da Câmara, da iniciativa de criação de um Grupo de Trabalho, integrando todas as forças políticas representadas nos órgãos municipais, presidentes de juntas, vereadores e técnicos, no sentido de avaliar os efeitos dessa extinção e fusão forçadas e propor alternativas, no quadro do que foi anunciado pelo Governo no que respeita a esta matéria.

A CDU continuará a exigir em todas as suas áreas de intervenção, que seja anulada esta injusta reforma administrativa efectuada com falsos argumentos e falsas promessas e à revelia da vontade das populações.

Nota ainda para a presença, no início da reunião, do Presidente da CCDR-N, que apresentou alguns elementos respeitantes ao novo quadro de financiamento comunitário.

Nesta oportunidade, e porque esta matéria ainda irá ser apreciada em profundidade, a CDU apresentou apenas uma Declaração Política (que igualmente se anexa) de âmbito global, criticando a falta de soberania nacional na execução de uma estratégia para um plano de desenvolvimento nacional e regional que realmente responda às necessidades de transformação do actual modelo de desenvolvimento económico  e social de Portugal, à promoção da coesão interna, aos interesses do povo e do país; e criticando o centralismo que se verifica nesta matéria, que deixa de fora eixos prioritários ou lhes atribui dotações mais que insuficientes, com reflexos potencialmente graves na valorização do território e na redução das assimetrias inter/infra-regionais.

Como é referido na Declaração Política apresentada, "já há muito consideramos ser necessário um outro caminho e a definição de outro processo de discussão e definição de prioridades.

Prioridades capazes de assegurar as verbas necessárias no domínio das infraestruturas de transportes, incluindo na área da mobilidade urbana e suburbana, que permitissem alavancar o desenvolvimento da região Norte, mas também no que diz respeito à promoção, valorização e desenvolvimento da produção nacional.

Apesar de toda a propaganda que está associada aos fundos comunitários, as medidas que a região e o país precisam para superar os estrangulamentos existentes e alavancar a recuperação económica e a superação das assimetrias intra-regionais e infra-regionais só são possíveis no quadro de uma ruptura com a política de direita e com o rumo de integração capitalista da UE, que abra caminho a uma política patriótica e de esquerda.

Tal não obsta, no entanto, a que a aplicação desses fundos possa permitir atenuar problemas e dificuldades existentes e esbater assimetrias. Importa porém que se dê particular atenção a duas áreas estruturantes: as acessibilidades e transportes e a produção nacional."

 

 

CDU/Gaia - Gabinete de Imprensa

15.4.2016

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Saudação

No 42º aniversário da Revolução de Abril

e 40º aniversário da Constituição da República

 

  • Considerando que assinalamos este ano o 42º aniversário da Revolução de Abril e o 40º aniversário da Constituição da República do Portugal liberto da repressão, censura, prisões e tortura dos muitos democratas e patriotas que se bateram pela liberdade e a Democracia;

 

  • Considerando que a Revolução de Abril propiciou conquistas políticas, sociais, económicas e culturais que a Constituição da República acolheu e foram a fonte para um acelerado desenvolvimento do País com uma marcante e galvanizante participação dos trabalhadores e das populações;

 

  • Considerando que a consagração do Poder Local Democrático foi uma das mais relevantes conquistas da Revolução de Abril;

 

  • Considerando que a Revolução de Abril e a aprovação da Constituição da República foi um dos maiores actos de afirmação de soberania e independência nacionais;

 

  • Considerando que os Valores de Abril permanecem bem fundo no ideário dos trabalhadores e do povo português e que a Constituição da República, apesar de ter sido sujeita ao longo dos anos às mais diversas provas de desvirtuamento e descaracterização, continua a consagrar um conjunto de princípios e normas que constituem elementos bastantes para um Portugal de liberdade, democracia, progresso social e económico, desenvolvimento cultural e paz,   

 

A Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia, reunida a 14/04/2016, delibera:

 

  1. Saudar os valores e conquistas da Revolução de Abril, cujos elementos essenciais estão consagrados na Constituição da República Portuguesa e são base para uma política que sirva Portugal e os portugueses.
  2. Apelar aos trabalhadores, aos eleitos autárquicos, ao movimento associativo e à população para se associarem às comemorações do 25 de Abril, na afirmação do Poder Local Democrático como conquista de Abril e na defesa dos interesses e direitos das populações.

 

 

V. N. Gaia, 14.4.2016                                              Pel'A CDU,

                                                                                  

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Moção (não aprovada)

 

Sobre a privatização da TAP e a eliminação de voos para o Porto

 

 

  • Considerando que o processo de privatização do Grupo TAP realizado pelo anterior governo é ilegal, seja pelo facto de ter dado garantias bancárias a este negócio sem cumprir os requisitos legais, seja por ter processado a venda da empresa quando já estava demitido pela Assembleia da República, seja ainda pelo facto de os supostos «compradores» não o poderem ser à luz do direito comunitário;
  • Considerando que o que se exigia era a pura e simples anulação do que era nulo, retirando da TAP o grupo monopolista que tomou conta da empresa e que o Governo PSD/CDS lá meteu ilegalmente;
  • Considerando que o Governo do PS veio agora anunciar a salvação da privatização, num negócio de contornos pouco claros, onde assumiu a manutenção de 50% do capital nas mãos do Estado mas abdicou da gestão para o grupo económico em causa, o que não corresponde às necessidades do país nem acautela o futuro da TAP e da soberania nacional;
  • Considerando que estão a ser particularmente afectados os interesses do Norte, com o sucessivo cancelamento de voos de e para o aeroporto do Porto, o que demonstra que não basta manter a maioria do capital em mãos públicas, dado que, embora aumente as possibilidades de controlo público das decisões tomadas pela Administração da TAP, se essa gestão continua privada e o governo afirma que não interfere nas suas decisões, os problemas não só não se resolvem como se podem agravar;

 

A Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia, reunida a 14/04/2016, delibera:

 

  1. Manifestar a sua preocupação com a situação existente, dados os riscos que se correm com a gestão privada da TAP, na medida em que o Grupo TAP tende a ser colocado ao serviço de uma estratégia que lhe é alheia - a que interessa aos accionistas da Gateway, que detêm outros interesses mais estratégicos para eles do que a TAP, como são exemplo as negociatas com a Azul; as eliminações de voos a partir do Porto; o acordo de code-share da TAP com a Azul em único benefício desta última; o modelo anunciado de ponte aérea, numa subcontratação de serviços que indicia até onde se pretende ir na degradação da TAP;
  2. Assumir a defesa de uma TAP inteiramente pública, recapitalizada, ao serviço do desenvolvimento do país e factor de afirmação e projecção da soberania nacional e ao serviço de todo o país, exigindo a pronta intervenção do Governo, em algumas questões mais urgentes, designadamente a retoma imediata de todos os voos de e para o Porto e o fim da intenção de subcontratação de serviços regulares à OMNI/Whyte, como os previstos para a ponte aérea Lisboa-Porto, na medida em que representam uma torpe tentativa de fugir à contratação de trabalhadores com direitos.

 

 

 

V. N. Gaia, 14.4.2016                                              Pel'A CDU,

                                                                                  


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Moção (não aprovada)

O Orçamento do Estado para 2016 e as autarquias locais

Considerando que O Orçamento de Estado para 2016:

  • elimina alguns constrangimentos à gestão autónoma dos recursos próprios das autarquias locais, designadamente no domínio da gestão do pessoal ao seu serviço, e minimiza outros, como aspectos relacionados com a execução da lei dos compromissos ou com a consignação forçada de algumas receitas;
  • mantém um quadro geral de deveres de informação e um regime sancionatório próprios do exercício de tutelas de mérito e integrativa que a Constituição da República expressamente veda;
  • Persiste no crónico incumprimento da Lei das Finanças Locais, avaliado em cerca de 300 milhões de euros sonegados às autarquias, tão mais incompreensível quanto a abrupta redução das receitas a que foram sujeitas, quer com a imposição da nova Lei de Finanças Locais, quer com os cortes impostos desde 2011.

 

 A Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia, reunida a 14/04/2016, delibera:

  1. Saudar e valorizar as disposições que visam eliminar ou minimizar alguns dos constrangimentos à autonomia do Poder Local, designadamente quanto à eliminação de consignações e as restrições à contratação de pessoal;
  2. Condenar o prosseguimento da sonegação dos recursos que a Constituição e a Lei atribuem às autarquias locais e reclamar o cabal respeito pela Lei das Finanças Locais;
  3. Reclamar medidas urgentes que ponham fim às mais diversas formas de tutela não estritamente inspectiva e reponham um quadro conforme ao regime de autonomia prescrito pela Constituição da República.

 

V. N. Gaia, 14.4.2016                                              Pel'A CDU,

                                                                                  


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Declaração Política

Sobre o PEDU e seu financiamento

 

A insatisfação que hoje aqui fica patente é o resultado lógico das políticas centralistas e de benefício de interesses privados implementadas pelo anterior Governo.

O "Acordo de Parceria 2014-2020" remetido para a Comissão Europeia pelo Governo PSD/CDS em meados de 2014 visava orientar o investimento público a realizar a nível nacional nos sete anos abrangidos, e tal como já ocorrera no passado, em especial com o QREN 2007-2013, a aplicação em concreto dos meios financeiros incluídos nesse "Acordo de Parceria" foi balizado por erradas políticas comunitárias, designadamente a "Estratégia 2020" e o "Pacto de Estabilidade", num contexto condicionador reforçado pelas imposições do chamado "Tratado Orçamental".

Neste contexto, as prioridades essenciais foram definidas pela Comissão Europeia sem ter em devida conta e atenção as especificidades e diferentes situações sociais e económicas de base, dificilmente podendo constituir-se como resposta mais adequada a um plano de desenvolvimento nacional e regional que realmente responda às necessidades de transformação do actual modelo de desenvolvimento económico  e social de Portugal, à promoção da coesão interna, aos interesses do povo e do país.

A melhor demonstração do distanciamento entre o que foi definido pela Comissão e o que são as reais necessidades de Portugal é dada pela constatação de que, durante a implementação do QREN, o país divergiu da média comunitária em termos económicos, tendo a região Norte perdido peso a nível nacional e visto agravar a sua situação económica e social.

Isso mesmo reconhecia, em termos mais gerais, o próprio texto do "Acordo de Parceria" quando afirmava que o "panorama nacional continua a ser marcado por relevantes assimetrias territoriais", ou quando sublinhava que "(…) o modelo de desenvolvimento português não se revelou capaz de proporcionar um processo de convergência regional do PIB per capita", ou ainda quando rematava de forma lapidar que "(…) as regiões de convergência do Continente pioraram a posição inicial que detinham face à média".

Em vez de procurar limitar e minimizar os efeitos perversos de uma definição exterior e distanciada da realidade, do que são e/ou do que devem ser as prioridades nacionais, o Governo PSD/CDS optou por elaborar e apresentar publicamente aquela proposta final de Acordo de Parceria sem ter suscitado ou ocorrido um debate político prévio, sem uma adequada e necessária auscultação alargada de todos os parceiros sociais, sem os contributos de órgãos intermunicipais, metropolitanos e regionais, nem uma participação suficiente das associações representativas das autarquias.  

 

O acentuado centralismo e governamentalização da gestão dos fundos comunitários que o anterior Governo fomentou e incluiu no "Acordo de Parceria" foi uma opção ideológica, fruto da sua necessidade de garantir a canalização de avultadas verbas para o benefício de interesses económicos contrários aos do país e particularmente da região norte.

Também por essa razão construiu o processo sem envolvimento de parceiros sociais, autarcas e partidos políticos, limitando-o a meras "sessões de discussão" insuficientes em número e duração face a matéria desta importância.

E também por essa razão defendemos, e afirmamo-lo repetidamente, que qualquer tipo de transferência de verbas no decurso do desenvolvimento do quadro comunitário de apoio 2014-2020 deveria ter sido previamente discutido com os órgãos municipais, intermunicipais, metropolitanos e/ou regionais da Região e deveriam, para serem efectuadas, ter colhido o respectivo parecer favorável.  

 

Sucede que a lógica que presidiu à elaboração das propostas foi a da entrega dos fundos comunitários aos principais grupos económicos, ignorando o papel de muitos parceiros sociais, de autarcas, de partidos políticos.

Aquela proposta correspondeu, por isso, a interesses e objectivos distintos dos interesses e objectivos que deveriam nortear o desenvolvimento regional: a superação das assimetrias e a recuperação e desenvolvimento económico do país. Tais objectivos não serão conseguidos sem uma verdadeira aposta na promoção, apoio e valorização da produção nacional e do nosso aparelho produtivo. Em vez de se limitar a defender o transporte de mercadorias, um Governo capaz e patriótico deve pensar em fomentar a produção nacional dessas mesmas mercadorias, criando postos de trabalho. Em vez de canalizar milhares de milhões de euros para a destruição de postos de trabalho, deve promover a criação de emprego de qualidade, fazendo face a um dos principais flagelos que resulta de mais de 40 anos de política de direita. Em vez de mascarar os dados do desemprego com os chamados programas de formação ou ocupação, deve promover planos de reindustrialização do país.

Indo ao encontro dos interesses privados, o Acordo de Parceria previa ainda o investimento público na construção de infraestruturas (designadamente para a actividade portuária e para o transporte de mercadorias) para ulteriormente serem exploradas por privados, numa estratégia não dissociável do objectivo de completa privatização das empresas públicas de transportes.

Por tudo isto não espanta que a proposta de Acordo de Parceria não tenha procedido a uma análise da natureza dos investimentos ao nível nacional e regional, deixando eixos prioritários de fora ou com dotações mais que insuficientes, com reflexos potencialmente graves na valorização do território e na redução das assimetrias inter/infra-regionais, mormente no que respeita à promoção do mercado interno, às infraestruturas de transportes, ao apoio à industrialização e plataformas logísticas, na total ausência de tratamento da área da regeneração e reabilitação urbana e da preservação do património edificado e cultural, ou no completo desprezo pelo transporte de passageiros e a mobilidade das pessoas que leva ao esquecimento ou discriminação de projectos estruturantes de mobilidade urbana e inter-regional, como diversos projectos de transportes públicos sustentáveis, de que são exemplos a rede do metro do Porto ou a ligação ferroviária entre Guimarães e Braga. 

 

Entre os onze objectivos temáticos que a proposta de Acordo de Parceria 2014-2020 formulou apenas um visava "promover transportes sustentáveis e eliminar os estrangulamentos nas principais redes de infraestruturas", com uma dotação que representa apenas 4,2% do total alocado para Portugal no quadro comunitário de apoio 2014-2020.

A questão central não reside, portanto, em reclamar apenas contra o facto de existirem projectos essenciais que não foram considerados na proposta de Acordo de Parceria.

A questão central reside na constatação óbvia e elementar de que as dotações financeiras previstas no Acordo de Parceria para a concretização do 7.º objectivo temático só serão, quando muito, suficientes para executar cerca de um terço das infraestruturas consideradas prioritárias.

Este facto é tanto mais relevante quanto se pode simultaneamente verificar que as dotações financeiras alocadas à designada internacionalização e ao sector exportador absorvem cerca de 40% dos fundos e uma outra parte significativa se destina à promoção da "flexibilidade e mobilidade laboral" – eufemismos para a completa precarização do trabalho. 

 

Já há muito consideramos ser necessário um outro caminho e a definição de outro processo de discussão e definição de prioridades.

Prioridades capazes de assegurar as verbas necessárias no domínio das infraestruturas de transportes, incluindo na área da mobilidade urbana e suburbana, que permitissem alavancar o desenvolvimento da região Norte, mas também no que diz respeito à promoção, valorização e desenvolvimento da produção nacional.

Apesar de toda a propaganda que está associada aos fundos comunitários, as medidas que a região e o país precisam para superar os estrangulamentos existentes e alavancar a recuperação económica e a superação das assimetrias intra-regionais e infra-regionais só são possíveis no quadro de uma ruptura com a política de direita e com o rumo de integração capitalista da UE, que abra caminho a uma política patriótica e de esquerda.

Tal não obsta, no entanto, a que a aplicação desses fundos possa permitir atenuar problemas e dificuldades existentes e esbater assimetrias. Importa porém que se dê particular atenção a duas áreas estruturantes: as acessibilidades e transportes e a produção nacional.

 

V. N. Gaia, 14.4.2016                                              Pel'A CDU,




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5 de abril de 2016

Divulgação: Documentos - XII Assembleia de Organização Concelhia de V.N. Gaia

Decorre a 1ª fase de preparação do XX Congresso do PCP, que ocorrerá nos dias 2, 3 e 4 de Dezembro de 2016 no Complexo Municipal dos Desportos – Cidade de Almada, bem como na preparação da XII Assembleia de Organização Concelhia de V.N. Gaia. Durante estes importantes momentos da Organização Concelhia e do Partido, está a ser estimulada a participação na discussão de um conjunto de questões e tópicos para debate do colectivo partidário para a preparação do XX Congresso (consultar em http://www.pcp.pt/sobre-realizacao-do-xx-congresso-do-pcp), e na discussão do projecto de Resolução Política da XII Assembleia de Organização Concelhia de V.N. Gaia (consultar em https://goo.gl/Yus7G8). Os vários plenários a realizar na Organização Concelhia têm a Ordem de Trabalhos, datas e locais das suas realizações abaixo mencionadas.

Ordem de Trabalhos:

1. Situação Política e Social e Preparação do XX Congresso do PCP
1ª fase - Discussão colectiva das questões fundamentais a que o Congresso deve dar resposta, sobre as matérias estruturantes a integrar nas Teses – Projecto de Resolução Política, a partir das questões e tópicos e das linhas de orientação inscritos na Resolução do Comité Central aprovada na reunião de 4 e 5 de Março.

2. Discussão do Projecto de Resolução Política da XII Assembleia de Organização Concelhia de V.N. Gaia e eleição de delegados.

Datas, Locais e Horas dos Plenários de Organização
  • 17 de Março - Assembleia de Organização de Canidelo, 21h, Centro de Trabalho de Canidelo
  • 30 de Março - Plenário de militantes de Gulpilhares, Valadares e Madalena, 21h30m Junta de freguesia de Valadares
  • 1 de Abril - Plenário de militantes de Canelas, Pedroso, Perosinho e Serzedo, 21h30m, Junta de freguesia de Perosinho
  • 8 de Abril - Assembleia de Organização de Grijó, 21h30m, Rua de Matos, 297, Grijó
  • 9 de Abril - Plenário de militantes de Mafamude, Santa Marinha, Vilar do Paraíso, Afurada, 15h30m, Centro de trabalho de V.N. Gaia
  • 9 de Abril - Plenário de militantes de Arcozelo e São Felix, 21h, Rua do Morangal, 148, Arcozelo
  • 15 de Abril - Comissão Concelhia de V.N. Gaia do PCP, 21h30, Centro de Trabalho de V.N. Gaia
  • 16 de Abril - Plenário de militantes de Oliveira do Douro e Vilar de Andorinho, 15h30, Centro de Trabalho de Oliveira do Douro
  • 16 de Abril - Plenário de militantes de Avintes e Nascente, 16h, Junta de Freguesia de Avintes
  • 23 de Abril - Plenário de militantes das Empresas de V.N. Gaia, 16h, Centro de trabalho de V.N. Gaia
Apelamos à participação nos plenários da Organização de cada militante, ou/e que nos faça chegar a sua opinião e contributo por escrito para a reflexão e discussão tanto dos tópicos para a preparação do Congresso, como para o Projecto de Resolução Política da XII Assembleia.

Saudações comunistas.
A Comissão Concelhia do PCP de Vila Nova de Gaia do PCP

PCPGaia . Rua Oliveira e Silva, 122 - R/C . 4400-236 Vila Nova de Gaia
                 Tel.: 223794345 Tlmv.:965791871 pcpgaia@gmail.com

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23 de março de 2016

Divulgação: Espetáculo Comemorativo do 40º aniversário da Constituição - 2.Abril, 16:00

Comemorando os 40 anos da promulgação da actual Constituição da República Portuguesa, no próximo dia 2 de Abril, sábado, pelas 16h, um conjunto de entidades cívicas promove um Espetáculo Comemorativo na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, nos jardins do Palácio de Crital, no Porto, com entrada livre.


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17 de março de 2016

Os deputados do PCP pelo distrito do Porto abordaram questões que interessam particularmente a Gaia

-Diana Ferreira questionou o Ministro da Cultura sobre a classificação do complexo da cerâmica das Devesas.
https://www.youtube.com/watch?v=vuYCLNqakfg

-Jorge Machado questionou o Ministro do Planeamento e Infraestruturas sobre a necessidade de revogação das portagens nas ex-SCUT.
https://www.youtube.com/watch?v=kpgUd1y05aM

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14 de março de 2016

Concerto pela Paz - Auditório Municipal, 6ª feira dia 18, 21:30

O Conselho Português para a Paz e Cooperação, apoiado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e pela Associação de Colectividades de Gaia, leva a efeito um Concerto pela Paz, no próximo dia 18 de Março, pelas 21:30, no Auditório Municipal.

As entradas são gratuitas, mas limitadas à lotação da sala.

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7 de março de 2016

27 de fevereiro de 2016

Homenagem a Álvaro Ferreira Alves

Auditório da Assembleia Municipal cheio para homenagear um Cidadão exemplar.

Intervieram todos os partidos com assento na Assembleia, unanimemente elogiosos de quem ao longo de uma vida demonstrou o seu amor pelos outros, pela Liberdade e Democracia, por um futuro melhor.

Em nome do PCP e da CDU a deputada Paula Baptista referiu que "em meados de Novembro passado a CDU propôs que o Município homenageasse o insigne cidadão gaiense Álvaro Ferreira Alves num momento em que passavam 100 anos do seu nascimento, designadamente através de uma sessão pública valorizando o seu percurso como médico inovador e como cidadão exemplar.

A aceitação unânime de tal proposta, que viria a ser assumida por todos os grupos municipais, foi um momento de enorme dignidade, porque mais uma vez ficou demonstrado que os bons exemplos são transversais e que Álvaro Ferreira Alves era um deles.

Para além da sua competência profissional, bem patente na excelência e inovação do seu desempenho, Álvaro Ferreira Alves foi também um Cidadão, no que esta designação tem de mais nobre: alguém que cumpre a sua cidadania, a sua adesão a um conjunto de valores sociais que determinam um conjunto de deveres e direitos fundamentais.

A sua intervenção cidadã ocorreu não apenas pela via da solidariedade social e política, mas também pela participação activa no processo democrático, de que se destaca, obviamente, a sua participação de uma década como deputado nesta Assembleia, eleito nas listas da APU, coligação em que se integrava o seu Partido: o Partido Comunista Português.

Saudamos pois não apenas o Homem, o Médico, e o Cidadão, mas também todos os que com ele viveram, lutaram e trabalharam na construção de uma Sociedade que se quer melhor, mais justa, mais fraterna.

Em nome do PCP, em nome da CDU, aqui deixo a mais sentida Homenagem a um Homem bom e justo: Álvaro Ferreira Alves."

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26 de fevereiro de 2016

NI - Sobre o Plano de Saneamento Financeiro - 26.2.2016

Ontem a Assembleia Municipal aprovou por maioria, com a abstenção da CDU, um Plano de Saneamento Financeiro com uma duração de 14 anos, ou seja, que decorrerá até 2029, afectando os três próximos mandatos. No âmbito de tal Plano e para o seu cumprimento foi ainda aprovado, também com abstenção da CDU, contrair dois empréstimos num montante total de cerca de 35 milhões de euros e com duração idêntica à do Plano de Saneamento.

 

Reiteramos que a actual situação de desequilíbrio financeiro do Município resulta de sucessivos desmandos e flagrantes erros de gestão - que a CDU denunciou oportuna e sistematicamente – cometidos durante os últimos quatro mandatos PSD/CDS, cabendo ainda ao PS uma fatia dessa responsabilidade, não só porque não se opôs firmemente a tais desmandos - e até os apoiou pontualmente - como também porque até se reclamou como o verdadeiro "herdeiro" de uma gestão claramente criticável. A sua recusa da Auditoria externa que a CDU propôs no início do mandato, uma Auditoria que apurasse com clareza o montante exato da dívida municipal, foi não só rejeitada como até apelidada de demagógica pelo PS, o que comprova que não quis uma ruptura com essa gestão, mas sim uma continuidade. Por isso a identificação que agora veio fazer dos problemas e a denúncia da "maquilhagem" das contas é tardia, embora se reconheça a existência de um esforço para diminuir os danos causados.

 

Expressamos dúvidas sobre o montante do empréstimo a contrair, questionando se não se estaria a ir para além do estritamente necessário para resolver os problemas financeiros existentes, e manifestamos a total discordância com dois aspectos do Plano de Saneamento:

  • a incidência directa na redução de postos de trabalho e suas consequências quer para os trabalhadores envolvidos, quer para a população gaiense no que respeita aos serviços municipais afectados;
  • a proposta de enorme redução dos subsídios e transferências para as Colectividades e Instituições do Concelho, medida a que nos opusemos frontalmente e que constitui um ataque frontal ao associativismo desportivo, cultural e social de Gaia, um ataque ao que de melhor o Concelho tem e que tanto tem contribuído para a sua coesão, desenvolvimento e prestígio, reiterando que tudo faremos para que não se concretize.

As explicações prestadas, não sendo completamente tranquilizadoras, permitiram concluir que o procedimento poderá conduzir a uma normalização da situação financeira do Município.

 

Por outro lado, tivemos em devida conta a afirmação expressa do Presidente da Câmara de que tudo fará para evitar prejudicar as Colectividades e Instituições concelhias, e as suas garantias de que os serviços prestados pelo Município se manterão apesar da redução de postos de trabalho pela via da não contratação.

 

Assim, e mantendo embora sérias dúvidas sobre o Plano e suas consequências, bem como sobre o montante e âmbito de aplicação dos empréstimos a contrair, optamos por nos abster na sua votação, e manteremos uma apertada vigilância sobre a actuação do Executivo visando reduzir aos absolutos mínimos as consequências negativas que possam advir deste processo quer para os trabalhadores e serviços do Município, quer para as Colectividades e Instituições concelhias, quer para os cidadãos Gaienses, já tão fustigados pelas políticas dos sucessivos governos e pela destruição do tecido produtivo de Gaia.

 

CDU/Gaia - Gabinete de Imprensa

26.2.2016


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22 de fevereiro de 2016

NI - Homenagem ao Dr. Álvaro Ferreira Alves - 27.2.2016 - Auditório da Assembleia Municipal de Vila Nova de Gaia


Realiza-se no próximo dia 27 de Fevereiro, sábado, pelas 16 horas, no Auditório da Assembleia Municipal, uma sessão evocativa do Dr. Álvaro Ferreira Alves promovida pela autarquia gaiense, integrada nas comemorações do centenário do seu nascimento.

O Dr. Álvaro Ferreira Alves tem o seu nome indissociavelmente ligado às instalações do Sanatório Marítimo do Norte, por si doado ao Estado e onde funciona hoje o Centro de Reabilitação Física do Norte, bem como a relevantes inovações no campo da medicina e da ortopedia, tendo sido eleito na Assembleia Municipal de Gaia.

A CDU apela à participação nesta justa homenagem a todos os democratas e aos muitos amigos e admiradores do Dr. Álvaro Ferreira Alves.

A CDU/Gaia

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18 de fevereiro de 2016

Almoço do 95º aniversário do PCP - 6.Março, 12:30, Escola Marques dos Santos


No dia 6 de Março, Domingo, o PCP completa 95 anos de existência.

Em Gaia as comemorações ocorrem num Almoço que, a partir das 12:30, se realiza nesse dia na Escola Marques dos Santos (Av. D.João II - ver no Google Maps: https://goo.gl/7CeVcc)

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