8 de março de 2017
3 de março de 2017
Próximas iniciativas com Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP
2 de março de 2017
NI - CDU apresenta candidatos aos órgãos municipais de Vila Nova de Gaia
A iniciativa contou com a presença de Jaime Toga, da Comissão Política do Comité Central do PCP.
Jorge Sarabando é o mandatário da candidatura, que apresenta Paula Baptista como primeira candidata à Assembleia Municipal e Mário David Soares como candidato a presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.
Esta candidatura da CDU protagoniza um projeto de Esquerda para Gaia, assente nos valores de Abril, nas práticas de Trabalho, Honestidade e Competência. Apresenta-se como a alternativa política necessária ao concelho, defendendo maior coesão territorial, social e cultural, num território rico pela sua heterogeneidade mas também empobrecido pela desigualdade social oriunda da falta de planeamento estratégico nas últimas décadas.
É preciso unir Gaia, potencializando a diversidade cultural das várias freguesias e uniformizando o acesso de todos os Gaienses aos direitos constitucionais, a serviços públicos de qualidade, à mobilidade, à fruição da Cultura, Lazer e Desporto.
Elevar Gaia só é possível com a melhoria da qualidade de vida dos todos os Gaienses.
24 de fevereiro de 2017
NI CDU Santa Marinha e São Pedro da Afurada - 24.2.2017
A primeira proposta de Plano de Orçamento apresentada mereceu da CDU voto contra. A Junta, no sentido de produzir nova proposta e assim não se ver limitada na sua capacidade política e financeira, reiniciou o processo de consulta às forças políticas com assento na Assembleia.
O novo documento proposto contém respostas a diversos dos reparos avançados pela CDU em várias questões por nós apontadas à primeira versão, tais como:
- A Junta dará a conhecer à Assembleia os Protocolos e Contratos que celebrar;
- Em breve a Junta irá alterar o Regulamento do Programa Social MAES. A CDU levantou desde o início dúvidas fundamentadas sobre os termos do actual Regulamento e votou contra o mesmo;
- A Junta dará conhecimento escrito à Assembleia sobre os trabalhos da Rede Social da Freguesia;
- A Junta compromete-se a criar um Plano Integrado para a Terceira Idade mais profundo do que as iniciativas actualmente levadas a cabo;
- Será finalmente realizada a proposta CDU de criação duma Equipa de Rua, que consideramos essencial para elevar o nível de intervenção social nesta União;
- Compromisso do Executivo em intervir, junto da Câmara, para esta finalmente tomar acção sobre os problemas que afectam o Bairro do Cavaco e o Centro Histórico;
- Compromisso para criação e activação do Conselho da Juventude;
- Acolhimento pela Junta de propostas culturais de cidadãos individuais ou organizados colectivamente, devidamente acompanhadas pelo Executivo;
- Compromisso para criação e activação do Conselho das Colectividades, o qual será envolvido na elaboração do Regulamento que a Junta pretende venha a basear o apoio às mesmas;
- Compromisso do Executivo em intervir, junto das entidades competentes, para tomar acção sobre os problemas que afectam as estruturas ferroviárias e rodoviárias da União de Freguesias;
- A Junta compromete-se a alertar a Câmara sobre a necessidade de renegociar os contratos com as transportadoras privadas de passageiros, pela necessidade de corresponderem às necessidades das populações e respeitarem as condições e direitos dos seus trabalhadores;
- A Junta acolheu a proposta da CDU de estudo da possibilidade de desanexação da Quinta dos Castelos do Fundo Imobiliários municipal, de modo a promover um debate sobre a sua utilização em prol da Freguesia;
- A Junta acolheu a nossa proposta para promoção de debates públicos sobre o 25 de Abril, aquando das comemorações duma das mais altas datas da nossa História;
- Compromisso do Executivo em intervir, junto das entidades competentes, para ser tomada acção sobre os problemas de segurança na União de Freguesias;
- Avanço real sobre a nossa proposta de combate à precariedade nos quadros da Junta, no sentido de assegurar o respeito pelos direitos de quem trabalha para o bem público e alargando o quadro de profissionais da Autarquia.
A Junta não acolheu a proposta CDU de abolição do "prémio de mérito" aos melhores alunos do 4º ano, que considerámos anti-pedagógico em idades tão sensíveis, e não acolheu a nossa proposta de suspender o Boletim Informativo em ano eleitoral. No entanto, compromete-se a nele incluir espaços de intervenção para todas as forças políticas com assento na Assembleia.
Sublinhamos:
1 - apenas foi possível obter as citadas melhorias, nesta segunda Proposta, por não existir maioria na Assembleia de Freguesia desta União;
2 - consideramos importante o resultado destes contactos - naquilo que sempre procuramos, reais melhorias e avanços para os fregueses e não como argumentos eleitorais.
Veremos, ao longo deste ano, se a Junta transformará as palavras constantes no documento aprovado em actos conformes. Nos anteriores Planos e Orçamentos deste mandato a CDU tem apontado, quanto aos mesmos, o incumprimento de matérias essenciais.
O facto de a Junta PS ter aceite e integrado propostas da CDU neste novo Plano e Orçamento para 2017 não o torna um Orçamento de co-responsabilidade PS/CDU. Não passou a existir coligação, branqueamento ou esquecimento do passado.
As políticas municipais adoptadas pelo PS em Gaia mantêm-se erradas e esta Junta, frequentemente, age como mera correia de transmissão do Executivo Camarário.
Recordamos que a Junta não pode deixar esquecida a questão por nós levantada da Execução Orçamental de 2015, que foi chumbada na Assembleia. E esperamos que a de 2016 seja tratada a contento, para bem da execução do Orçamento 2017.
Com as nossas propostas e o nosso trabalho de construção de soluções políticas, pretendemos que seja implementada - em Santa Marinha e São Pedro da Afurada e em todo o País - uma política constitucional e de Abril.
CDU/Santa Marinha e São Pedro da Afurada
17 de fevereiro de 2017
NI CDU/Gaia - Metro sem estacionamento - 17.2.2017
Na sessão de ontem da Assembleia Municipal, e por ter sido recentemente anunciada a intenção de avançar com a extensão do Metro a Vila d'Este, reivindicação antiga das populações e que saudamos, a CDU apresentou uma proposta de Recomendação visando a criação de parques de estacionamento dissuasores gratuitos para os detentores de título de transporte válido (em anexo).
Lamentavelmente, foi arguida a "não sustentabilidade" de tal solução para rejeitar a proposta, quando é por demais evidente que as vantagens de uma tal solução – diminuição do número de veículos em circulação, evitando-se poluição e engarrafamentos, e aumento da utilização de transportes colectivos em detrimento dos individuais – são manifestamente superiores aos custos marginais que daí poderiam advir, em particular num momento em que a linha vai ser prolongada para zona com grandes áreas livres que seriam adequadas à criação de tais interfaces.
Precariedade
A CDU apresentou ainda uma Declaração Política sobre os problemas de precariedade no Concelho, sendo de registar que a Câmara recusou o repto que lhe lançado de fornecer uma informação rigorosa sobre a real dimensão da precariedade na Câmara e nas entidades que com ela colaboram, nomeadamente Juntas de Freguesia, empresas municipais, e IPSSs que prestam serviços à Câmara no âmbito do programa "Gai@prende+", para assim se poder clarificar a situação e perspectivar medidas concretas para a sua resolução.
Falta também saber dados claros no que respeita ao âmbito concelhio: quantos CEI existem no Concelho, não apenas na Câmara e nas Juntas, mas também nas IPSSs e em empresas privadas? E quantos contratos precários de outro tipo, como os estabelecidos com os trabalhadores que asseguram as AECs? E quantos "estágios", remunerados ou não, são disponibilizados em empresas e instituições com apoio estatal? E quantos professores estão colocados de forma precária?
Recorda-se que no início deste mandato na reportagem "Estado Precário" da RTP foi dito que a Câmara tinha então ao seu serviço 140 trabalhadores com "contratos emprego-inserção", situação que o actual Presidente classificou de lastimável, anunciando que no ano letivo 2014/15 iria "alterar radicalmente esta situação"; porém, a verdade é que o número de tais contratos mais que duplicou desde então, sendo agora 320, a que se juntam ainda os que trabalham nas IPSS que prestam serviços à Câmara e os que trabalham nas Juntas de Freguesia e outros serviços públicos.
É uma situação absolutamente inaceitável que a CDU continuará tenazmente a combater.
CDU/Gaia
17.02.2017
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PAOD – Proposta de Recomendação
Estacionamento público gratuito para os utentes do Metro
Considerando:
- Que diariamente muitos Gaienses que trabalham no Porto se vêm constrangidos a utilizar o seu veículo pessoal para ali chegar, por ausência de um sistema de transportes colectivos adequado à deslocação, de qualidade, e a preços que estimulem o seu uso;
- A inexistência de estacionamento gratuito junto dos interfaces de transportes colectivos;
- Os elevados custos com estacionamento (quando o conseguem encontrar) que têm no seu destino;
- Que a criação de estacionamento junto dos interfaces de transportes colectivos poderia contribuir para resolver boa parte do problema, sobretudo se articulada com outras medidas de promoção do uso dos transportes colectivos, em particular o Metro;
A Assembleia Municipal de V N de Gaia, reunida em 16 de Fevereiro de 2017, Delibera recomendar à Câmara:
- A elaboração de um estudo sobre as necessidades de parques dissuasores e a sua localização, com vista à sua implementação;
- Com base nos resultados desse estudo, promover todas as medidas necessárias para assegurar a sua construção e garantir a sua gratuitidade para os detentores de título de transporte válido;
- Promover o diálogo e a cooperação com o Município do Porto, tendo em vista uma melhor implementação das soluções ora preconizadas.
V. N. Gaia, 16.02.2017
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PAOD – Declaração Política sobre Precariedade Laboral
O PCP está a desenvolver uma campanha nacional subordinada à consigna "+ Direitos + Futuro, Não à Precariedade", no âmbito da qual têm sido levadas a efeito um sem número de iniciativas como contactos com trabalhadores, visitas a empresas, debates, audições públicas e outras.
A precariedade é hoje uma verdadeira chaga social, como outras foram no passado; e é por isso fundamental que haja uma política de Estado para a erradicar.
Estima-se em cerca de um milhão e duzentos mil os trabalhadores com vínculos precários, que assim têm as suas vidas em suspenso, vivem um dia de cada vez, porque não sabem se no dia seguinte, se na semana seguinte, ou se no mês seguinte continuam a trabalhar. A instabilidade e a incerteza é tal que os trabalhadores ficam totalmente condicionados na assunção de responsabilidades relacionadas com a habitação, ou ao nível da maternidade e paternidade. Há trabalhadores contratados ao mês, ou à semana, num retrocesso civilizacional inaceitável. Há trabalhadores a desempenhar funções permanentes em empresas que formalmente estão vinculados a outras empresas, nomeadamente de trabalho temporário. Há trabalhadores contratados a termo que, findas as três renovações de contrato legalmente possíveis, são dispensados para evitar a sua integração nos quadros das empresas, e muitas vezes passado um "intervalo contratual" voltam a ser contratados pela mesma empresa, voltando à estaca zero, muitas vezes com pior remuneração e menos direitos. Há trabalhadores a desempenhar funções permanentes contratados através de prestação de serviços, de "contratos emprego-inserção", como "estagiários", ou a tempo parcial.
Há claramente uma ligação direta entre precariedade, desemprego, e exploração, para manter este círculo vicioso, o que só interessa ao patronato.
Um dos elementos da campanha contra a precariedade promovida pelo PCP questiona "se fazes falta todos os dias, por que razão o teu contrato é precário?"
E isso aplica-se quer no caso em que o empregador é uma empresa privada, quer quando ocorre na Administração Pública, assim se maximizando a exploração do trabalhador. Por isso é da mais elementar justiça que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo efetivo. É este o princípio que norteia as iniciativas legislativas propostas pelo PCP para combater a precariedade.
Segundo o levantamento incompleto feito pelo Governo serão mais de 116 mil os trabalhadores com vínculos precários ao serviço do Estado, muitos deles em funções de carácter permanente, e grande parte deles ao serviço das Autarquias, com particular relevo para os desempregados inscritos nos Centros de Emprego que são aliciados com os chamados "contrato emprego-inserção" e depois vão desempenhar temporariamente, e de forma particularmente precária, funções de carácter permanente.
No início deste mandato foi anunciado como desiderato "alterar radicalmente" logo no ano lectivo 2014/2015 a situação "lastimável" que se vivia nesta matéria (http://bit.ly/estadoprecario)
A verdade é que a Câmara só depois de muita insistência nossa viria finalmente, em Dezembro passado, a informar um número: teria então cerca de 320 pessoas com este tipo de contratação, maioritariamente na Educação, onde se trata obviamente de tarefas permanentes. Ou seja, a "alteração radical" não ocorreu.
Por outro lado, falta saber dados claros no que respeita ao âmbito concelhio: quantos CEI existem no Concelho, não apenas na Câmara e nas Juntas, mas também nas IPSSs e em empresas privadas? E quantos contratos precários de outro tipo, como os estabelecidos com os trabalhadores que asseguram as AECs? E quantos "estágios", remunerados ou não, são disponibilizados em empresas e instituições com apoio estatal? E quantos professores estão colocados de forma precária?
São dados que importa apurar, e se alguns terão de ser fornecidos pela Administração Central, outros podem efectivamente ser apresentados pelo Município.
Por isso deixamos aqui um desafio: está o Executivo disposto a fornecer uma informação rigorosa sobre a real dimensão da precariedade na Câmara e nas entidades que com ela colaboram, nomeadamente Juntas de Freguesia, empresas municipais, e IPSSs que prestam serviços à Câmara no âmbito do programa "Gai@prende+", para assim se poder clarificar a situação e perspectivar medidas concretas para a sua resolução?
V. N. Gaia, 16.02.2017
16 de fevereiro de 2017
O Direito à Habitação - 17/2, 17:30
15 de fevereiro de 2017
13 de fevereiro de 2017
NI - Encontro Autárquico CDU/Gaia 2017 - 13.2.2017



