24 de março de 2017

Agenda - Deputados do PCP visitam instituições de apoio a cidadãos portadores de deficiência de Gaia -

No âmbito do regular trabalho parlamentar e de contacto com as realidades locais, deputados do PCP pelo Distrito do Porto estarão na próxima segunda-feira, dia 27, no Concelho de Vila Nova de Gaia, onde contactarão com  instituições que desenvolvem actividades de apoio a cidadãos portadores de deficiência, nomeadamente a APPACDM  e a CERCIGAIA.


Pelas 15h45 a delegação apresentará à Comunicação Social o resultado destes contactos.

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23 de março de 2017

NI - Administração da Caixa Geral de Depósitos pretende encerrar mais duas agências em Gaia - 23.3.2017

A anterior administração da Caixa Geral de Depósitos, suportada em opções estratégicas subscritas por sucessivos governos, concretizou um vasto conjunto de opções com consequências profundamente negativas na qualidade do serviço prestado, pondo em causa os objectivos que devem estar inerentes a um banco público ao serviço do desenvolvimento do país.

Um dos aspectos mais graves das opções assumidas prende-se com o significativo encerramento de agências, o que tem tido consequências um pouco por todo o país e afectou grande parte do distrito do Porto. Subjacente aos encerramentos está a perspectiva de redução de milhares de postos de trabalho com consequências lesivas dos interesses dos trabalhadores implicados. 

Entre Setembro de 2012 e Setembro de 2016, quando foi nomeada uma nova Administração, encerraram em todo o país pelo menos 69 agências. Depois ainda foi encerrada mais uma, em Novembro; e recentemente foi anunciada a intenção de encerrar mais 20, duas delas em Gaia (Oliveira do Douro e Pádua Correia).

A concretizar-se essa intenção, das 18 agências que a CGD teve no Concelho restariam apenas 10, depois de encerradas 2 em 2013, 1 em 2014, 2 em 2015 e 1 em 2016. Quase metade, portanto.

Há muito que se alerta e luta contra os verdadeiros objectivos das orientações levadas a cabo pelas Administrações da CGD e por sucessivos governos, que visaram objectivamente criar oportunidades de negócio para a banca privada. Um exemplo claro disso é a situação em Canelas: ali o Santander encerrara um balcão, mas reabriu-o após após o encerramento da agência da CGD, visando a captação dos seus clientes!

À CGD cabe um papel de serviço público, ao serviço dos interesses da economia nacional e do desenvolvimento do país, capaz de cumprir o acesso das populações aos serviços bancários.

Perante a gravidade de mais esta tentativa de encerramento, a que se junta o ataque a muitos outros serviços públicos nos últimos anos, o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República confrontou o Governo acerca desta matéria, e já se começa a assistir a um recuo, que porém é insuficiente.

Apelamos ao desenvolvimento da luta dos trabalhadores e das populações e reiteramos o compromisso de intervir ao nível político e institucional em defesa de um novo rumo para a CGD que responda às necessidades de desenvolvimento económico, ao interesse de Portugal e dos portugueses.

 
23.3.2017
A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP

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8 de março de 2017

Concerto pela Paz - 31.Março - 21:30 - Centro Paroquial de Mafamude

Divulga-se a informação de que no próximo dia 31, pelas 21:30, no Centro Paroquial de Mafamude, irá ocorrer um Concerto pela Paz promovido pelo CPPC.

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NI - Acção Pública do PCP em VN Gaia comemorativa do 8 de Março

O PCP editou um folheto alusivo ao 8 de Março – Dia Internacional da Mulher – intitulado "Cumprir os direitos das Mulheres - Igualdade na vida num Portugal mais justo e soberano", que hoje foi distribuído em todo o país.

Na mensagem nele contida o PCP apela às mulheres para que transformem a comemoração deste Dia numa grande jornada de afirmação do valor da sua participação, da determinação da sua luta pelo cumprimento dos seus direitos, pela igualdade, na lei e na vida, num Portugal mais justo e soberano.

Em Vila Nova de Gaia a distribuição contou com a presença de Mário David Soares, candidato da CDU à Presidência da Câmara Municipal.

(folheto disponível em https://goo.gl/gjbCI0)

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HOJE: Colóquio com Ilda Figueiredo no Convento Corpus Christi - 21h


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3 de março de 2017

Próximas iniciativas com Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral do PCP

9.Março, 18:15, Hotel Tuela/Porto - Apresentação de livro sobre o Euro, a Dívida e a Banca

12.Março, 15:00, ES Carolina Michaëlis - Comício 96º aniversário PCP



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2 de março de 2017

NI - CDU apresenta candidatos aos órgãos municipais de Vila Nova de Gaia

A CDU – Coligação Democrática Unitária apresentou hoje, 2 de Março de 2017, a sua candidatura aos órgãos municipais de Vila Nova de Gaia.

A iniciativa contou com a presença de Jaime Toga, da Comissão Política do Comité Central do PCP.

Jorge Sarabando é o mandatário da candidatura, que apresenta Paula Baptista como primeira candidata à Assembleia Municipal e Mário David Soares como candidato a presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia.

Esta candidatura da CDU protagoniza um projeto de Esquerda para Gaia, assente nos valores de Abril, nas práticas de Trabalho, Honestidade e Competência. Apresenta-se como a alternativa política necessária ao concelho, defendendo maior coesão territorial, social e cultural, num território rico pela sua heterogeneidade mas também empobrecido pela desigualdade social oriunda da falta de planeamento estratégico nas últimas décadas.

É preciso unir Gaia, potencializando a diversidade cultural das várias freguesias e uniformizando o acesso de todos os Gaienses aos direitos constitucionais, a serviços públicos de qualidade, à mobilidade, à fruição da Cultura, Lazer e Desporto.

Elevar Gaia só é possível com a melhoria da qualidade de vida dos todos os Gaienses.

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24 de fevereiro de 2017

NI CDU Santa Marinha e São Pedro da Afurada - 24.2.2017

Sobre a posição da CDU na votação da Segunda Versão da Proposta de Plano e Orçamento 2017 da Junta de Freguesia da União de Freguesias de Santa Marinha e São Pedro da Afurada


A primeira proposta de Plano de Orçamento apresentada mereceu da CDU voto contra. A Junta, no sentido de produzir nova proposta e assim não se ver limitada na sua capacidade política e financeira, reiniciou o processo de consulta às forças políticas com assento na Assembleia.

O novo documento proposto contém respostas a diversos dos reparos avançados pela CDU em várias questões por nós apontadas à primeira versão, tais como:

- A Junta dará a conhecer à Assembleia os Protocolos e Contratos que celebrar;

- Em breve a Junta irá alterar o Regulamento do Programa Social MAES. A CDU levantou desde o início dúvidas fundamentadas sobre os termos do actual Regulamento e votou contra o mesmo;

- A Junta dará conhecimento escrito à Assembleia sobre os trabalhos da Rede Social da Freguesia;

- A Junta compromete-se a criar um Plano Integrado para a Terceira Idade mais profundo do que as iniciativas actualmente levadas a cabo;

- Será finalmente realizada a proposta CDU de criação duma Equipa de Rua, que consideramos essencial para elevar o nível de intervenção social nesta União;

- Compromisso do Executivo em intervir, junto da Câmara, para esta finalmente tomar acção sobre os problemas que afectam o Bairro do Cavaco e o Centro Histórico;

- Compromisso para criação e activação do Conselho da Juventude;

- Acolhimento pela Junta de propostas culturais de cidadãos individuais ou organizados colectivamente, devidamente acompanhadas pelo Executivo;

- Compromisso para criação e activação do Conselho das Colectividades, o qual será envolvido na elaboração do Regulamento que a Junta pretende venha a basear o apoio às mesmas;

- Compromisso do Executivo em intervir, junto das entidades competentes, para tomar acção sobre os problemas que afectam as estruturas ferroviárias e rodoviárias da União de Freguesias;

- A Junta compromete-se a alertar a Câmara sobre a necessidade de renegociar os contratos com as transportadoras privadas de passageiros, pela necessidade de corresponderem às necessidades das populações e respeitarem as condições e direitos dos seus trabalhadores;

- A Junta acolheu a proposta da CDU de estudo da possibilidade de desanexação da Quinta dos Castelos do Fundo Imobiliários municipal, de modo a promover um debate sobre a sua utilização em prol da Freguesia;

- A Junta acolheu a nossa proposta para promoção de debates públicos sobre o 25 de Abril, aquando das comemorações duma das mais altas datas da nossa História;

- Compromisso do Executivo em intervir, junto das entidades competentes, para ser tomada acção sobre os problemas de segurança na União de Freguesias;

- Avanço real sobre a nossa proposta de combate à precariedade nos quadros da Junta, no sentido de assegurar o respeito pelos direitos de quem trabalha para o bem público e alargando o quadro de profissionais da Autarquia.


A Junta não acolheu a proposta CDU de abolição do "prémio de mérito" aos melhores alunos do 4º ano, que considerámos anti-pedagógico em idades tão sensíveis, e não acolheu a nossa proposta de suspender o Boletim Informativo em ano eleitoral. No entanto, compromete-se a nele incluir espaços de intervenção para todas as forças políticas com assento na Assembleia.


Sublinhamos:


1 - apenas foi possível obter as citadas melhorias, nesta segunda Proposta, por não existir maioria na Assembleia de Freguesia desta União;

2 - consideramos importante o resultado destes contactos - naquilo que sempre procuramos, reais melhorias e avanços para os fregueses e não como argumentos eleitorais.


Veremos, ao longo deste ano, se a Junta transformará as palavras constantes no documento aprovado em actos conformes. Nos anteriores Planos e Orçamentos deste mandato a CDU tem apontado, quanto aos mesmos, o incumprimento de matérias essenciais.

O facto de a Junta PS ter aceite e integrado propostas da CDU neste novo Plano e Orçamento para 2017 não o torna um Orçamento de co-responsabilidade PS/CDU. Não passou a existir coligação, branqueamento ou esquecimento do passado.

As políticas municipais adoptadas pelo PS em Gaia mantêm-se erradas e esta Junta, frequentemente, age como mera correia de transmissão do Executivo Camarário.

Recordamos que a Junta não pode deixar esquecida a questão por nós levantada da Execução Orçamental de 2015, que foi chumbada na Assembleia. E esperamos que a de 2016 seja tratada a contento, para bem da execução do Orçamento 2017.

Com as nossas propostas e o nosso trabalho de construção de soluções políticas, pretendemos que seja implementada - em Santa Marinha e São Pedro da Afurada e em todo o País - uma política constitucional e de Abril.


CDU/Santa Marinha e São Pedro da Afurada

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Agenda - Apresentação da Candidatura Municipal da CDU/Gaia - 2.Março. 18:30, Arquivo Municipal






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17 de fevereiro de 2017

NI CDU/Gaia - Metro sem estacionamento - 17.2.2017

Na sessão de ontem da Assembleia Municipal, e por ter sido recentemente anunciada a intenção de avançar com a extensão do Metro a Vila d'Este, reivindicação antiga das populações e que saudamos, a CDU apresentou uma proposta de Recomendação visando a criação de parques de estacionamento dissuasores gratuitos para os detentores de título de transporte válido (em anexo).

Lamentavelmente, foi arguida a "não sustentabilidade" de tal solução para rejeitar a proposta, quando é por demais evidente que as vantagens de uma tal solução – diminuição do número de veículos em circulação, evitando-se poluição e engarrafamentos, e aumento da utilização de transportes colectivos em detrimento dos individuais – são manifestamente superiores aos custos marginais que daí poderiam advir, em particular num momento em que a linha vai ser prolongada para zona com grandes áreas livres que seriam adequadas à criação de tais interfaces.

Precariedade

A CDU apresentou ainda uma Declaração Política sobre os problemas de precariedade no Concelho, sendo de registar que a Câmara recusou o repto que lhe lançado de fornecer uma informação rigorosa sobre a real dimensão da precariedade na Câmara e nas entidades que com ela colaboram, nomeadamente Juntas de Freguesia, empresas municipais, e IPSSs que prestam serviços à Câmara no âmbito do programa "Gai@prende+", para assim se poder clarificar a situação e perspectivar medidas concretas para a sua resolução.

Falta também saber dados claros no que respeita ao âmbito concelhio: quantos CEI existem no Concelho, não apenas na Câmara e nas Juntas, mas também nas IPSSs e em empresas privadas? E quantos contratos precários de outro tipo, como os estabelecidos com os trabalhadores que asseguram as AECs? E quantos "estágios", remunerados ou não, são disponibilizados em empresas e instituições com apoio estatal? E quantos professores estão colocados de forma precária?

Recorda-se que no início deste mandato na reportagem "Estado Precário" da RTP foi dito que a Câmara tinha então ao seu serviço 140 trabalhadores com "contratos emprego-inserção", situação que o actual Presidente classificou de lastimável, anunciando que no ano letivo 2014/15 iria "alterar radicalmente esta situação"; porém, a verdade é que o número de tais contratos mais que duplicou desde então, sendo agora 320, a que se juntam ainda os que trabalham nas IPSS que prestam serviços à Câmara e os que trabalham nas Juntas de Freguesia e outros serviços públicos.

É uma situação absolutamente inaceitável que a CDU continuará tenazmente a combater.

CDU/Gaia

17.02.2017


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PAOD – Proposta de Recomendação

Estacionamento público gratuito para os utentes do Metro

 

Considerando:

  • Que diariamente muitos Gaienses que trabalham no Porto se vêm constrangidos a utilizar o seu veículo pessoal para ali chegar, por ausência de um sistema de transportes colectivos adequado à deslocação, de qualidade, e a preços que estimulem o seu uso;
  • A inexistência de estacionamento gratuito junto dos interfaces de transportes colectivos;
  • Os elevados custos com estacionamento (quando o conseguem encontrar) que têm no seu destino;
  • Que a criação de estacionamento junto dos interfaces de transportes colectivos poderia contribuir para resolver boa parte do problema, sobretudo se articulada com outras medidas de promoção do uso dos transportes colectivos, em particular o Metro;

A Assembleia Municipal de V N de Gaia, reunida em 16 de Fevereiro de 2017, Delibera recomendar à Câmara:

  1. A elaboração de um estudo sobre as necessidades de parques dissuasores e a sua localização, com vista à sua implementação;
  2. Com base nos resultados desse estudo, promover todas as medidas necessárias para assegurar a sua construção e garantir a sua gratuitidade para os detentores de título de transporte válido;
  3. Promover o diálogo e a cooperação com o Município do Porto, tendo em vista uma melhor implementação das soluções ora preconizadas.

 

 

V. N. Gaia, 16.02.2017

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PAOD – Declaração Política sobre Precariedade Laboral

 

O PCP está a desenvolver uma campanha nacional subordinada à consigna "+ Direitos + Futuro, Não à Precariedade", no âmbito da qual têm sido levadas a efeito um sem número de iniciativas como contactos com trabalhadores, visitas a empresas, debates, audições públicas e outras.

A precariedade é hoje uma verdadeira chaga social, como outras foram no passado; e é por isso fundamental que haja uma política de Estado para a erradicar.

Estima-se em cerca de um milhão e duzentos mil os trabalhadores com vínculos precários, que assim têm as suas vidas em suspenso, vivem um dia de cada vez, porque não sabem se no dia seguinte, se na semana seguinte, ou se no mês seguinte continuam a trabalhar. A instabilidade e a incerteza é tal que os trabalhadores ficam totalmente condicionados na assunção de responsabilidades relacionadas com a habitação, ou ao nível da maternidade e paternidade. Há trabalhadores contratados ao mês, ou à semana, num retrocesso civilizacional inaceitável. Há trabalhadores a desempenhar funções permanentes em empresas que formalmente estão vinculados a outras empresas, nomeadamente de trabalho temporário. Há trabalhadores contratados a termo que, findas as três renovações de contrato legalmente possíveis, são dispensados para evitar a sua integração nos quadros das empresas, e muitas vezes passado um "intervalo contratual" voltam a ser contratados pela mesma empresa, voltando à estaca zero, muitas vezes com pior remuneração e menos direitos. Há trabalhadores a desempenhar funções permanentes contratados através de prestação de serviços, de "contratos emprego-inserção", como "estagiários", ou a tempo parcial.

Há claramente uma ligação direta entre precariedade, desemprego, e exploração, para manter este círculo vicioso, o que só interessa ao patronato.

 

Um dos elementos da campanha contra a precariedade promovida pelo PCP questiona "se fazes falta todos os dias, por que razão o teu contrato é precário?"

 

E isso aplica-se quer no caso em que o empregador é uma empresa privada, quer quando ocorre na Administração Pública, assim se maximizando a exploração do trabalhador. Por isso é da mais elementar justiça que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo efetivo. É este o princípio que norteia as iniciativas legislativas propostas pelo PCP para combater a precariedade.

 

Segundo o levantamento incompleto feito pelo Governo serão mais de 116 mil os trabalhadores com vínculos precários ao serviço do Estado, muitos deles em funções de carácter permanente, e grande parte deles ao serviço das Autarquias, com particular relevo para os desempregados inscritos nos Centros de Emprego que são aliciados com os chamados "contrato emprego-inserção" e depois vão desempenhar temporariamente, e de forma particularmente precária, funções de carácter permanente.

No início deste mandato foi anunciado como desiderato "alterar radicalmente" logo no ano lectivo 2014/2015 a situação "lastimável" que se vivia nesta matéria (http://bit.ly/estadoprecario).

A verdade é que a Câmara só depois de muita insistência nossa viria finalmente, em Dezembro passado, a informar um número: teria então cerca de 320 pessoas com este tipo de contratação, maioritariamente na Educação, onde se trata obviamente de tarefas permanentes. Ou seja, a "alteração radical" não ocorreu.

 

Por outro lado, falta saber dados claros no que respeita ao âmbito concelhio: quantos CEI existem no Concelho, não apenas na Câmara e nas Juntas, mas também nas IPSSs e em empresas privadas? E quantos contratos precários de outro tipo, como os estabelecidos com os trabalhadores que asseguram as AECs? E quantos "estágios", remunerados ou não, são disponibilizados em empresas e instituições com apoio estatal? E quantos professores estão colocados de forma precária?

 

São dados que importa apurar, e se alguns terão de ser fornecidos pela Administração Central, outros podem efectivamente ser apresentados pelo Município.

Por isso deixamos aqui um desafio: está o Executivo disposto a fornecer uma informação rigorosa sobre a real dimensão da precariedade na Câmara e nas entidades que com  ela colaboram, nomeadamente Juntas de Freguesia, empresas municipais, e IPSSs que prestam serviços à Câmara no âmbito do programa "Gai@prende+", para assim se poder clarificar a situação e perspectivar medidas concretas para a sua resolução?

 

V. N. Gaia, 16.02.2017


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