15 de maio de 2017
11 de maio de 2017
Agenda - Acção Reivindicativa - 12.Maio, 17:30
Apresentação do livro "Euro, Dívida, Banca" - J. F. Valadares - 21h30 com Jaime Toga
Mobiliza, mesmo que não possas vir, os teus amigos e familiares, e se vieres, trá-los contigo!
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Apresentação "Euro, Dívida, Banca"
Sexta - dia 19/Maio - 21h30
na J. F. de Valadares
com Jaime Toga (membro da Comissão Política do CC do PCP)
10 de maio de 2017
Solidariedade com os trabalhadores da Tegopi
9 de maio de 2017
NI - Os Transportes Colectivos Rodoviários em Gaia - 9.5.2017
OS TRANSPORTES COLECTIVOS RODOVIÁRIOS EM GAIA
A Mobilidade é um elemento essencial da vida moderna nas zonas urbanas.
Gaia, cuja população (mais de 300 mil pessoas, que fazem deste o terceiro maior concelho do País em termos demográficos) reside num território que se estende ao longo de 15 km verticalmente e 17 horizontalmente situado em pleno coração da Área Metropolitana do Porto, enfrenta particulares problemas nesta matéria.
Não existe no Concelho uma verdadeira rede articulada de transportes. O Metro apenas serve parte das Freguesias de Santa Marinha e Mafamude, e o acesso a este transporte pela população das restantes freguesias é muito dificultado, e depois de se deslocarem por vários quilómetros para aceder a este transporte são confrontados com a falta de estacionamento adequado a esse fim, nomeadamente por não existir estacionamento gratuito ou de preço simbólico que possa incentivar a procura do Metro.
A essa população resta então o uso de meios de transporte pessoal ou, perante a ausência de uma resposta adequada da STCP (que apenas explora meia dúzia de carreiras), recorrer às empresas privadas que operam nas suas freguesias (geralmente ligações verticais ao Porto) e que cada vez são mais dispendiosas: um utente que percorra cerca de 17 quilómetros diariamente gastará 60 euros por mês - mais de 10% do salário mínimo - num passe que normalmente servirá numa só empresa, debatendo-se todos os dias com a má qualidade dos transportes, a falta de informação e o abuso de horários que não são cumpridos.
E porque esse passe não está associado ao sistema multimodal "Andante", os custos disparam ainda mais.
Bilhetes: aumentos escandalosos
Tem sido argumentado que o aumento ocorrido no início do ano teria sido de 5%, mas tal fica longe da verdade, mormente quando se fala de bilhetes em "agente único".
Um exemplo claro é a extinta empresa "Sequeira Lucas e Ventura" após a sua recente aquisição pela empresa "Espírito Santo": registou-se um gravoso aumento no preço das viagens, que anteriormente custavam 90 cêntimos e que passaram sem qualquer aviso para 1,40€ ou 1,45€, como por exemplo:
- da Calçada à Tegopi
- da Rua do Outeiro a Vilar do Paraíso (largo da Capela de Vilar do Paraíso)
- da Travessa da Barrosa a Vilar de Paraíso (largo da Capela de Vilar do Paraíso)
- de Vilar do Paraíso à Quinta de São Caetano (largo da Capela de Vilar do Paraíso)
Quem se deslocava desde a Farmácia Matias (Oliveira do Douro) até ao "Corte Inglés" pagava 1€, e passou a pagar 1,40€. Nas carreiras Valadares/Porto ou Serzedo/Porto, no trajecto Vilar do Paraíso/Largo dos Aviadores o bilhete "Agente único" passou de 0,90€ para 1,45€
Quem se desloque a partir de Oliveira do Douro pagará agora 1,35€ até ao Corte Inglés, ou acima de 2,00€, se até junto da Câmara.
A maioria destes percursos cobre apenas duas paragens dentro da mesma freguesia, e/ou são inferiores a dois quilómetros.
Além do acréscimo desmesurado de preços verificou-se também a modificação da carreira Porto–Valadares, que deixou de servir, por exemplo, a Rua da Rasa, além de que a ligação Câmara-Valadares (que agora apenas se inicia junto ao Colégio de Gaia) passou de 0,90€ para 1,85€ (a ligação Porto-Valadares custava 1,30€).
Câmara inactiva
Questionada pela CDU sobre estas matérias, a Câmara limita-se a pronunciar a sua "profissão de fé" nas benesses do (curto) prolongamento da Linha Amarela do Metro (esquecendo a sempre adiada promessa da segunda linha) e nas alegadas (e muito duvidosas) "vantagens" do processo de municipalização da gestão da STCP, que irá implicar elevados custos para a Autarquia sem garantir uma resposta pública adequada.
E, apesar de reiteradamente solicitada desde o início do ano a fornecer cópias dos contratos de concessão das empresas privadas, continua a escusar-se a fornecer tal informação e a partilhar como decorrem ou decorreram as renegociações dos contratos com as operadoras privadas e quem foi ouvido a propósito das mesmas.
Importa estabelecer um maior rigor e controlo dos preços praticados nos autocarros e do cumprimento das obrigações das concessões no que respeita a horários, paragens, informação, qualidade e conforto, etc.
"Andante": uma exigência e anseio das populações
O alargamento do sistema "Andante" (como o PCP propôs na Assembleia de República mas foi rejeitado por PSD, CDS e PS) ajudaria a criar mais transparência e responsabilizaria as operadoras pelo cumprimento das suas obrigações. Como essa proposta foi rejeitada, importa desenvolver soluções de bilhética mais justas e economicamente viáveis.
Mantém-se também actual a proposta da CDU de criação de uma Provedoria ou Gabinete de Atendimento dos Utentes dos Transportes Públicos de Passageiros, visando recolher, organizar e canalizar reclamações e informações e propor medidas concretas visando solucionar as dificuldades de mobilidade. Recorda-se que a Assembleia Municipal aprovou em 2015 uma Recomendação que nesse sentido apresentamos, mas desde então a Câmara nada fez para a levar à prática.
A CDU, que hoje levou a efeito uma iniciativa de contacto com as populações sob esta temática com a participação do candidato à Presidência da Câmara Mário David Soares, continuará a pugnar por uma Mobilidade ao serviço dos Gaienses e por uma rede de transportes que promova a coesão territorial concelhia e que reduza o brutal peso que actualmente constitui sobre os orçamentos familiares.
V. N. Gaia, 09.05.2017
CDU/Gaia
8 de maio de 2017
Agenda - Iniciativa sobre os transportes colectivos rodoviários de Gaia - 9.Maio, 9:00 - 10:30
- 08:45 - Viagem Valadares/Centro de Gaia em autocarro - entrada na paragem situada junto da Estação de Valadares da CP
- 10:15 - Largo dos Aviadores - Declarações à Comunicação Social
AGENDA - Encontro com pescadores da Afurada - Hoje, 8/Maio, 10:30
5 de maio de 2017
NI PCP/Gaia - Comissão Concelhia de Gaia do PCP solidária com os trabalhadores da TEGOPI

4 de maio de 2017
NI – PCP/Gaia solidariza-se com enfermeiros - 4.5.2017
Trata-se de um despedimento pela cessação dos contratos de trabalho a termo resolutivo estabelecidos com enfermeiros no âmbito dos planos de contingência - módulo Frio (gripe), contrariando um compromisso estabelecido entre o Ministério e o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses que previa que, caso se mantivessem as necessidades, deveriam os Conselhos de Administração apresentar propostas de renovação dos contratos, garantindo o Ministério essa renovação em face de propostas fundamentadas.
Trata-se de trabalhadores que estão a assegurar necessidades permanentes, pelo que deveriam ter um contrato de trabalho por tempo indeterminado.
Por esse facto o Grupo Parlamentar do PCP na Assembleia da República já apresentou um Requerimento ao Ministério da Saúde, e em Gaia a CDU apresentou igualmente um Requerimento ao Presidente da Câmara, instando a que sejam tomadas medidas no sentido de pressionar o Ministério da Saúde para garantir o provimento do número de profissionais de saúde necessários para atender às necessidades dos utentes do Centro Hospitalar Gaia/Espinho. Noutra pergunta feita hoje na Assembleia da República pelo Grupo Parlamentar do PCP é colocado também o risco de serem despedidos cerca de 60 enfermeiros com contratos de substituição durante os próximos tempos, medida essa que causaria danos graves no funcionamento do Hospital e na vida dos profissionais de saúde.
Vila Nova de Gaia, 4 de Maio de 2017
A Comissão Concelhia de Vila Nova de Gaia do PCP
3 de maio de 2017
Nota de Imprensa - visitas CDU Santa Marinha e São Pedro da Afurada - 27 e 29 de Abril
A CDU-Santa Marinha e São Pedro da Afurada, no âmbito do seu trabalho
habitual de levantamento das questões que afectam a população e de
informação aos munícipes da intervenção efectuada sobre os mesmos,
efectuou duas deslocações a zonas problemáticas desta União de
Freguesias.
- A ausência de reparação de parte dos passeios na Rua as Matas e ausência dos mesmos em boa extensão de ambas as artérias e das adjacentes. Tal situação, agravada ainda pela localização de uma escola e um infantário nesta zona de pesadíssimo tráfego rodoviário nos dois sentidos da Rua das Matas, ocasiona a circulação de peões por entre os inúmeros veículos que nela se cruzam, os quais incluem pesados de passageiros;
- Os moradores e transeuntes deram nota dos seus receios à CDU - um grande número sai de suas casas directamente para a própria via pública, numa significativa extensão das referidas Ruas das Matas e Domingos de Matos;
- Quanto à população infantil - muitos dos pequenos alunos e seus pais são obrigados a "fintar" o perigo, por se deslocarem a pé;
- Há insuficiência de escoamento de águas pluviais nestas ruas e adjacentes, cujos pisos apresentam também problemas;
- O estado de degradação do atravessamento rodoviário sobre o apeadeiro de Coimbrões, por diversas vezes já levantado pela CDU junto do Poder Autárquico, sem respostas, continua a avançar.
- A intervenção social que a CDU sempre reivindicou necessitar de rapidez e proximidade assim não age. Também nunca nos foram respondidas as dúvidas por nós levantadas, junto da Junta e da própria Câmara, sobre os despejos, por esta efectuados, de moradores deste bairro - quais as situações, quais os critérios, como se explicam processos que alguns moradores nos denunciaram como quase sumários e de desigual condução;
- Os edifícios, apesar das repetidas promessas eleitorais para intervenção, manifestadas por PSD/CDS e PS, mantêm diversos problemas estruturais e características perigosas, nunca devidamente resolvidos;
- O bairro tem acessos absolutamente indignos e até colocando os moradores em grande risco, sobretudo na parte alta da encosta sobranceira ao mesmo. Existem compromissos escritos entre a Junta PS e CDU, que esta tomou já por duas vezes, neste mandato, para a tão reclamada intervenção de fundo - o último dos quais firmado entre a Junta e a CDU, aquando a negociação da versão do Plano e Orçamento 2017. Do que então havíamos informado a população em geral e os moradores deste bairro, em particular;
- Não existem rampas de acesso para deficientes ou corrimões, nem varões ou parapeitos que evitem quedas de crianças e idosos das plataformas desniveladas pelas quais se acede a alguns dos blocos, mormente na urbanização II. Apenas existe corrimão numa das escadas de acesso;
- Denunciam os moradores que continua o problema das descargas efectuadas via um conjunto de canalizações improvisadas, sitas no extremo Norte do Bairro do Cavaco II, as quais têem insuficiente débito e causam inundações. As mesmas também se encontram apenas cobertas por lajes meramente pousadas sobre os canos;
- Há repetidas situações de vandalismo e violência, por parte de elementos marginais, sem a devida resposta de um policiamento que devia ser eficaz e há longo tempo a CDU reclama. Existe até uma esquadra na Afurada, mas o seu dispositivo não reúne os meios necessários e os pedidos de intervenção policial da população, dizem-nos os moradores, não levam a acção eficaz;
- Informaram os moradores que as suas reclamações e pedidos de auxílio sobre estas e outras situações não são atendidos pelas entidades competentes.
CDU Santa Marinha e São Pedro da Afurada





















